<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239</id><updated>2012-02-12T18:38:37.584-08:00</updated><title type='text'>Coisas de Criança</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>25</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-36354830696011</id><published>2011-05-13T12:31:00.000-07:00</published><updated>2011-05-13T12:36:01.042-07:00</updated><title type='text'>Dia desses...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HLIFpbo_z_Y/Tc2GuknVRAI/AAAAAAAAAFw/6U10XYT87hg/s1600/bebedormindo.bmp" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; height: 135px; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em; width: 211px;"&gt;&lt;img border="0" height="132" j8="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-HLIFpbo_z_Y/Tc2GuknVRAI/AAAAAAAAAFw/6U10XYT87hg/s200/bebedormindo.bmp" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Acordei, como em todos os dias úteis da semana, às 5 da manhã. Após 15 minutos gastos colocando a roupa já separada na noite anterior, escovando os dentes e penteando os cabelos, corro em direção às companheiras inseparáveis e determinantes do humor de qualquer criança durante o período escolar: as lancheiras. Abro as três, verifico as toalhas aparadoras, enxáguo os recipientes para o lanche e então descubro que sou uma mulher criativa ao me dar conta de que preparo três tipos de lanches personalizados cinco vezes por semana. Também noto com isso que da mesma genitora podem sair os mais variados tipos de gente. Cômico. Até aí já se foram 30 minutos. Sigo em direção à porta do quarto onde três criaturinhas encantadoras dormem como anjos sem qualquer cuidado ou consternação. Chacoalho uma a uma, levo-as para a toalete matinal, ajudo a vestirem seus uniformes, colocarem as meias, amarrarem os sapatos, preparo três xícaras de leite, três fatias de pão com manteiga, penteio rapidamente os longos cabelos com cachos embolados que me rendem algumas reclamações, irritações e gritinhos de dor em meio ao dia ainda escuro. Quase tudo pronto. Agora, cuido para que os itens perecíveis retornem ao refrigerador, que o achocolatado seja tampado, que a pia não fique em tanta desordem, e saio mais uma vez rapidamente em direção ao carro que irá receber quatro mochilas, três lancheiras, uma bolsa e o que mais for necessário para a primeira metade do dia. São 6 horas. Certifico-me de que todas estão no carro, cintos afivelados, farol aceso, retrovisores desembaçados e a saga continua.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A ilusão de que o trajeto seja tranqüilo dentro e fora do veículo é uma esperança diária. Afinal não se deve perdê-la, mas é inútil crer que isso se torne concreto. Começo a ouvir toda sorte de reclamações como: estou sendo observada, ela não pára de cantar, sua mão está me cutucando e outras mais que minha limitada capacidade criadora jamais sonhou em manifestar. Enfim, mais uma vez fico com aquela sensação de que de fato sou dotada de algum tipo de faculdade cognitiva especial capaz de me fazer prestar atenção em todas as esferas que me envolvem, desde as conversas e questões de minhas filhas ao motorista mal educado que se prevalece de minha feminilidade ou do intenso tráfego que reduz qualquer ser humano a uma formiga. Acho que algo mudou em meu cérebro de uns anos pra cá.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Enquanto não chego ao meu destino preciso decidir como será minha manhã. Acabo de me lembrar que esse será o dia em que uma daquelas três incríveis criaturinhas será reavaliada pelo ortopedista. Diagnóstico: fratura no úmero direito. Quem foi que falou que princesa não quebra o braço? Posso garantir que sim. E pela segunda vez. Enfim é quase impossível não refletir a respeito das implicações de tal situação. Ainda mais após pareceres diferentes a cada visita ao médico além de saber que uma tala de gesso é incapaz de deter a vivacidade pueril. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A manhã vai se passando, vou matando o tempo trabalhando enquanto aguardo o reencontro cotidiano. Percebo que de fato trabalhar é na verdade matar o tempo já que a vida real está longe de ser uma mera distração envolvendo um laptop e algumas idéias elaboradas em arquivos. 12h. Hora de me preparar emocionalmente para e enxurrada de gritinhos, pulos, beijos, comentários indignados, diversas feições. A rotina é interrompida pela tal ida ao hospital. Respiro fundo, pois enquanto deixo o carro aos cuidados do manobrista, percebo que ele terá um destino bem mais confortável que o meu (sinceramente, às vezes alimento o sonho de que sou um objeto inanimado). O cenário é caótico. A impressão é de que todas as crianças da cidade resolveram embranquecer um pouco mais os cabelos de seus pais no mesmo dia. Ainda assim, ergo as mãos pro céu pela oportunidade de levar minhas crianças a um local onde algumas distrações pediátricas estarão à disposição. Diante das muitas ofertas de entretenimento na sala de espera, não tenho outra opção senão a de me sentar e esperar que todas encontrem algum tipo de diversão. Entre painéis e esculturas manipuláveis noto que o braço quebrado já sem gesso é capaz das mais incríveis manobras. Fico o tempo todo me perguntando como faço para manter três crianças (sim, é delas que estou falando) controlarem o ímpeto indomável de movimentarem-se. Após alguns instantes, o nome de uma delas é mencionado e com rapidez e aos berros chamo a todas para o consultório. Com uma paciência invejável, a médica contorna as inúmeras perguntas advindas de três ávidas cabecinhas. Me impressiono com a capacidade de argumentação e também com a audácia em questionar cada procedimento. 14h. Após as devidas providências nos encaminhamos para nossa segunda casa, a de quatro rodas, talvez tão habitada quanto a de quatro paredes. Uma hora depois estamos em casa. Almoçamos, e corro para que as tarefas escolares sejam feitas com intensa rapidez sem que o zelo seja ignorado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Uniformes de ballet já sobre a cama desalinhada aguardam para serem vestidos. Às 17h duas já estão prontas para um momento de aprendizado e não menos relaxante do dia. Mais uma vez lanço mão da escova de cabelo, grampos, acessório de contenção dos cachos (rede) e nossa segunda casa nos aguarda. Enquanto tento aninhá-las, sou impelida, pelos inúmeros questionamentos e reivindicações, a dizer que não se deve desistir dos sonhos no primeiro obstáculo, que na vida enfrentamos dificuldades, mas devemos superá-las se quisermos alcançar nossos objetivos. Enquanto as aguardo por uma hora, me distraio jogando conversa fora tentando não me preocupar tanto assim. Na volta pra casa ainda escuto vozes de mente e coração que questionam a vida ainda que de forma inconsciente. Mais uma vez o repertório moral&amp;nbsp;e ético é solicitado. Já me perguntei uma vez quantas vezes ao dia preciso acessar meu banco de dados chamado maternidade. Às 19h30 inicia-se a corrida banho-jantar enquanto estico o olhar para as novidades da vibe. Marido em casa, finalmente mudo de interlocutor. Em breve o saldo do dia nos renderá boas risadas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Helvetica Neue&amp;quot;, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;Todas cheirosas e com seus pijaminhas de ursinho vão dando beijinhos antes da última oração. E aquela imagem singela de criaturinhas angelicais reaparece. Com um sorriso nos lábios e um interminável suspiro apago a luz. Olhos ao céu, digo baixinho: obrigada Senhor, por mais um dia desses... &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-36354830696011?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/36354830696011/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=36354830696011' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/36354830696011'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/36354830696011'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2011/05/dia-desses.html' title='Dia desses...'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-HLIFpbo_z_Y/Tc2GuknVRAI/AAAAAAAAAFw/6U10XYT87hg/s72-c/bebedormindo.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-7529841476306317713</id><published>2011-05-11T11:02:00.000-07:00</published><updated>2011-05-11T11:19:38.634-07:00</updated><title type='text'>Contra a PLC 122</title><content type='html'>&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;Caros congressistas, &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;Gostaria de me manifestar como cidadã que já há algum tempo não tem se orgulhado de sua própria nação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;Não estou aqui para rechaçar aqueles que possuem orientação sexual homoafetiva, simplemente quero expressar que desaprovo a PLC 122, lei que, em minha opinião, fere completamente a liberdade de expressão tão defendida pelo regime democrático que, teoricamente, é o vigente no Brasil. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;O problema dessa tão polêmica lei vai mais além do que simplesmente criminalizar a homofobia, ela confere aos homossexuais direitos tais que se por alguma circunstância forem demitidos de seu emprego, podem alegar preconceito, se estiverem adotando comportamento inadequado, ainda mais em locais públicos frequentados por crianças e adolescentes, os pais não terão o direito de se manifestar, pois poderão ser presos com respaldo na PLC 122. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;O que mais podemos esperar, senhores, de nossas maiores autoridades se até os membros do STF, os mesmos que deveriam assegurar o cumprimento das leis do país e fazer valer nossa constituição, por razões que a própria razão deseconhece, simplesmente pisoteiam, atropelam a soberania de nossa Constituição?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;Aonde vamos parar com essas arbitrariedades? Como se espera que o Brasil seja encarado com seriedade internacionalmente se internamente sofremos com decisões que sob o argumento do "preconceito", como são chamados aqueles que desaprovam certo tipo de comportamento, os cidadãos que desejam manter a instituição familar constituída por pai (homem),&amp;nbsp;mãe (mulher) e filhos muitas vezes são os que mais sofrem esse preconceito? A aprovação dessa lei abre precendentes para práticas sexuais entre adolescentes e crianças que não tem qualquer tipo de maturidade para lidar com seu próprio corpo, não estão formados intelectual, emocional e espiritualmente mas que estão sendo bombardeados a todo instante, até mesmo em instituições de ensino, principalmente as públicas, com dicas para se usar preservativos e como ter uma relação homo (sexual) segura. Quantos bebês vocês esperam ver nas caçambas e lixeiras de nosso país? Quantos adolescentes suicidas e homicidas serão necessários para que se coloque um basta na permissividade que hoje é defendida como "liberdade"? Será que essas medidas não estão tolindo a liberdade de expressão daqueles que querem defender princípios e valores para que assassinos como o maníaco da escola de Realengo, por exemplo, não se sintam no direito defender o que acreditam e assim matar nossos filhos enquanto estão buscando um futuro mais digno? A liberdade é limitada por valores, mas que valores? Ninguém mais sabe o que é isso. Cada um tem o seu. Aonde se espera chegar com essa mentalidade? Ou vocês creem que a violência gratuita que assombra o país é culpa do porte legal de armas?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;Qual voz tem sido ouvida? A dos 60 mil casais homo que correspondem a 0,6% da população? Será que a opinião dessas pessoas tem mais peso do que as milhões de famílias que desejam que seus filhos cresçam num país descente que não abre mão de valores que garantem a sobrevivência de sua nação? Isso não é preconceito, isso é uma questão de preservação. A aprovação dessa lei vai penalizar cidadãos de bem enquanto processos contra assassinos, estupradores, descartadores de bebês vão mofando nas prateleiras de nossos fóruns.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;Acho que a decisão merece uma exaustiva reflexão. É isso que, como eleitora, espero de vocês. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;Palavras de uma esposa, mãe, cidadã, estudante, profissional, dona de casa, cristã, cidadã brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;Sou contra a PL 122!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;Suenia B. Almeida&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif; font-size: large;"&gt;jornalista&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-7529841476306317713?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/7529841476306317713/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=7529841476306317713' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/7529841476306317713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/7529841476306317713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2011/05/contra-plc-122.html' title='Contra a PLC 122'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-7688176178722691015</id><published>2011-04-05T15:17:00.000-07:00</published><updated>2011-04-05T16:56:25.305-07:00</updated><title type='text'>Gestação Cardíaca (I)</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-cLiWDPZ6E9I/TZuUrpVwTXI/AAAAAAAAAFo/CuIBhK_q18w/s1600/filho+do+cora%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" r6="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-cLiWDPZ6E9I/TZuUrpVwTXI/AAAAAAAAAFo/CuIBhK_q18w/s1600/filho+do+cora%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Há cerca de 13 anos, quando eu e meu marido&amp;nbsp;nos casamos já havia em nossa mente, ainda que de forma embrionária, o desejo natural de ampliar nossa família. A idéia foi amadurecendo com o tempo. Aos poucos fomos passando a&amp;nbsp;desejar e sonhar em ter filhos (eu mais do que ele, rs...), mas pensávamos em fazer isso não só do jeito convencional como as coisas acontecem. Com o passar do tempo, ainda que fosse&amp;nbsp;uma idéia longínqua, queríamos permitir que nossa família crescesse tendo a oportunidade de abençoar a vida de alguém que talvez nunca tivesse experimentado o que significa ter um lar de verdade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Bom, a idéia foi de alguma maneira esquecida nos nossos primeiros quatro anos de casados, já que esse fora o período que decidimos nos dedicar ao nosso relacionamento antes de ter os filhos que Deus nos daria. Qual não foi nossa surpresa quando descobrimos que na verdade não podíamos ter filhos, e apesar da possibilidade de uma cirurgia para corrigir o problema as chances ainda seriam remotas. Isso, num primeiro momento, nos soou como uma grande tristeza, mas sempre confiamos que Deus tinha o melhor para nós e já havíamos experimentado isso ao longo de nossa vida juntos, então entregamos o problema a ele. Diante desse contexto, a idéia de adotarmos uma criança veio à tona com força total. Não tínhamos dúvidas de que queríamos ser pais, e o jeito como isso iria acontecer já não importava mais. Corremos com documentos e toda a burocracia que isso envolve quando se quer dar esse passo dentro das exigências da lei do país, e lá fomos nós para a corrida da adoção. Passamos por exames médicos, conseguimos nosso atestado de sanidade física e mental (descobrimos que não somos loucos, rs...), conseguimos nossa certidão negativa de antecedentes criminais (e que também temos a ficha limpa) e preparamos a papelada para nos inscrevermos em diversas varas da infância, em Santa Catarina, onde morávamos na época. O fato é que o final daquele ano chegou, já haviam se passado seis meses da cirurgia, acabamos nos mudando para São Paulo e por motivos que não sabíamos ao certo explicar, nossos documentos não foram entregues. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Uma surpresa nos aguardava em São Paulo. Treze dias após chegarmos à cidade, descobrimos que íamos ser pais. Foi uma felicidade imensa, uma notícia que veio encher de alegria todos os espaços do nosso coração e uma grande gratidão a Deus tomou conta de nós. Bom, a história toda é que num período de pouco mais que três anos nossa família quase triplicou de tamanho e somos pais de três lindas princesinhas. Vocês que acompanham o blog já conhecem a história.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Com três crianças para nos preocupar, nossa “gestação cardíaca” ficou aposentada por cerca de 8 anos. Isso mesmo, agora que nossa caçulinha está com 5 anos a idéia de aumentar a família, dessa vez por meio da adoção, voltou com força total. Por isso temos pedido a Deus que nos dê clareza para levarmos a cabo essa decisão. São muitas as implicações que uma atitude como essa pode gerar, ainda mais porque agora já são cinco pessoas envolvidas no processo e não mais duas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Hoje não temos mais a intenção de adotar um bebê, como já havíamos cogitado, pensamos em receber uma criança com até 6 anos de idade, além disso estamos abertos a irmãos. Temos consciência de que a idéia nem sempre é entendida, pois muitos crêem que encarar uma empreitada como essa não é nada fácil. Não tiro a razão dessas pessoas, mesmo porque nós temos plena convicção disso. Mas quando ouço a respeito de como é a vida dessas crianças vivendo em abrigos, trazendo em seu currículo um histórico de sofrimento e dor tão grandes fico pensando em como nossa família é rica, não financeiramente falando, mas rica em amor, em bênçãos materiais, em relacionamentos saudáveis, em boas oportunidades, em comunhão com Deus...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;Quem somos nós para merecermos tudo isso? Quem somos nós para negarmos isso a alguém? Quem nos deu o direito de não fazer nada? Minha intenção não é fazer uma apologia a adoção embora alimente o desejo de que muitos casais aceitem esse desafio também. Esses questionamentos, no entanto, são muito pessoais, eles ecoam forte dentro de mim, e também no coração do meu marido, são perguntas que não calam dentro de nós talvez porque Deus esteja nos incomodando em relação a isso. Um dia nós fomos adotados por Deus. Nós, que não éramos povo, agora somos povo! Não consigo deixar de transportar essa condição para a realidade dessas crianças, pois eles hoje não são filhos, mas em breve o serão... Tenho pensado muito sobre isso e tenho certeza que não é sem motivo. Na última&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;semana, demos o primeiro passo para levarmos essa idéia adiante. Fizemos um curso que veio a confirmar nossas i&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;ntenções. Estamos confiantes de que Deus está a frente de nós nisso. (continua...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-7688176178722691015?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/7688176178722691015/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=7688176178722691015' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/7688176178722691015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/7688176178722691015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2011/04/gestacao-cardiaca-i.html' title='Gestação Cardíaca (I)'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-cLiWDPZ6E9I/TZuUrpVwTXI/AAAAAAAAAFo/CuIBhK_q18w/s72-c/filho+do+cora%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-2243779513899901268</id><published>2010-11-19T08:04:00.000-08:00</published><updated>2010-11-19T08:05:54.097-08:00</updated><title type='text'>UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A Universidade Presbiteriana Mackenzie vem recebendo ataques e críticas por um texto alegadamente “homofóbico” veiculado em seu site desde 2007. Nós, de várias denominações cristãs, vimos prestar solidariedade à instituição. Nós nos levantamos contra o uso indiscriminado do termo “homofobia”, que pretende aplicar-se tanto a assassinos, agressores e discriminadores de homossexuais quanto a líderes religiosos cristãos que, à luz da Escritura Sagrada, consideram a homossexualidade um pecado. Ora, nossa liberdade de consciência e de expressão não nos pode ser negada, nem confundida com violência. Consideramos que mencionar pecados para chamar os homens a um arrependimento voluntário é parte integrante do anúncio do Evangelho de Jesus Cristo. Nenhum discurso de ódio pode se calcar na pregação do amor e da graça de Deus.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Como cristãos, temos o mandato bíblico de oferecer o Evangelho da salvação a todas as pessoas. Jesus Cristo morreu para salvar e reconciliar o ser humano com Deus. Cremos, de acordo com as Escrituras, que “todos pecaram e carecem da glória de Deus” (Romanos 3.23). Somos pecadores, todos nós. Não existe uma divisão entre “pecadores” e “não-pecadores”. A Bíblia apresenta longas listas de pecado e informa que sem o perdão de Deus o homem está perdido e condenado. Sabemos que são pecado: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçaria, inimizades, contendas, rivalidades, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias” (Gálatas 5.19). Em sua interpretação tradicional e histórica, as Escrituras judaico-cristãs tratam da conduta homossexual como um pecado, como demonstram os textos de Levítico 18.22, 1Coríntios 6.9-10, Romanos 1.18-32, entre outros. Se queremos o arrependimento e a conversão do perdido, precisamos nomear também esse pecado. Não desejamos mudança de comportamento por força de lei, mas sim, a conversão do coração. E a conversão do coração não passa por pressão externa, mas pela ação graciosa e persuasiva do Espírito Santo de Deus, que, como ensinou o Senhor Jesus Cristo, convence “do pecado, da justiça e do juízo” (João 16.8).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Queremos assim nos certificar de que a eventual aprovação de leis chamadas anti-homofobia não nos impedirá de estender esse convite livremente a todos, um convite que também pode ser recusado. Não somos a favor de nenhum tipo de lei que proíba a conduta homossexual; da mesma forma, somos contrários a qualquer lei que atente contra um princípio caro à sociedade brasileira: a liberdade de consciência. A Constituição Federal (artigo 5º) assegura que “todos são iguais perante a lei”, “estipula ser inviolável a liberdade de consciência e de crença” e “estipula que ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política”. Também nos opomos a qualquer força exterior – intimidação, ameaças, agressões verbais e físicas – que vise à mudança de mentalidades. Não aceitamos que a criminalização da opinião seja um instrumento válido para transformações sociais, pois, além de inconstitucional, fomenta uma indesejável onda de autoritarismo, ferindo as bases da democracia. Assim como não buscamos reprimir a conduta homossexual por esses meios coercivos, não queremos que os mesmos meios sejam utilizados para que deixemos de pregar o que cremos. Queremos manter nossa liberdade de anunciar o arrependimento e o perdão de Deus publicamente. Queremos sustentar nosso direito de abrir instituições de ensino confessionais, que reflitam a cosmovisão cristã. Queremos garantir que a comunidade religiosa possa exprimir-se sobre todos os assuntos importantes para a sociedade.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Manifestamos, portanto, nosso total apoio ao pronunciamento da Igreja Presbiteriana do Brasil publicado no ano de 2007 &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.ipb.org.br/noticias/noticia_inteligente.php3?id=808"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;(veja aqui)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; e reproduzido parcialmente, também em 2007, no site da Universidade Presbiteriana Mackenzie, por seu chanceler, Reverendo Dr. Augustus Nicodemus Gomes Lopes. Se ativistas homossexuais pretendem criminalizar a postura da Universidade Presbiteriana Mackenzie, devem se preparar para confrontar igualmente a Igreja Presbiteriana do Brasil, as igrejas evangélicas de todo o país, a Igreja Católica Apostólica Romana, a Congregação Judaica do Brasil e, em última instância, censurar as próprias Escrituras judaico-cristãs. Indivíduos, grupos religiosos e instituições têm o direito garantido por lei de expressar sua confessionalidade e sua consciência sujeitas à Palavra de Deus. Postamo-nos firmemente para que essa liberdade não nos seja tirada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Este manifesto é uma criação coletiva com vistas a representar o pensamento cristão brasileiro.&lt;br /&gt;Para ampla divulgação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-2243779513899901268?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/2243779513899901268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=2243779513899901268' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/2243779513899901268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/2243779513899901268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2010/11/universidade-mackenzie-em-defesa-da.html' title='UNIVERSIDADE MACKENZIE: EM DEFESA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO RELIGIOSA'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-996017329626421007</id><published>2010-07-14T15:59:00.000-07:00</published><updated>2010-07-14T16:23:24.241-07:00</updated><title type='text'>Na contramão</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TD5EubDo69I/AAAAAAAAAC4/pxiind-zjRM/s1600/escada.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 177px; FLOAT: right; HEIGHT: 232px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5493904159766277074" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TD5EubDo69I/AAAAAAAAAC4/pxiind-zjRM/s200/escada.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O deus desse século chama-se “Prazer”. Vivemos numa sociedade hedonista, que não suporta nenhum tipo de dor. Não são toleradas diferenças de pensamento, jeito de ser, idiossincrasias, peculiaridades, frustrações, decepções. A nova lei do Divórcio Imediato não nos deixa mentir. Agora não há mais a necessidade de se repensar decisões, rever os prós e contras, analisar. Basta dizer que não há mais interesse no relacionamento e pronto. Tudo se resolve no ato, com uma simples assinatura. E não estamos falando de casos de traição e abandono não. Hoje a quebra de relacionamento se dá muito antes da intimidade chegar. É assim. Cada vez mais cresce o número de pessoas que defende a sua suposta felicidade a qualquer custo. Quando a relação não tem mais nada a lhe oferecer então a solução é ir para a próxima, seguir em frente, como se fosse possível passar uma borracha sobre tudo o que ficou para trás. Essa marca da sociedade moderna deixa bem claro que o que vale mesmo é o ego, se este estiver bem alimentado, satisfeito, que se dane o resto. Fico me perguntando se vai sobrar alguma história pra se contar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por esse ponto de vista, a lei que combate o castigo físico pelos pais vem bem a calhar. Enfim, ninguém pode ser contrariado. Uma criança de dois anos não pode receber nenhuma palmadinha na região glútea, mesmo que depois de ser advertida verbalmente ela insista em colocar seu dedo na tomada. Parece que é melhor correr o risco do choque do que mostrar a ela, numa linguagem inteligível para qualquer ser humano, que aquele comando de não por o dedo na tomada deve ser observado. É interessante notar o quanto essas duas leis se encaixam, se complementam. Já que uma criança deve ser poupada de sofrimentos, porque não eternizar essa sensação prazerosa abrindo a oportunidade de se trocar de cônjuge quando se está insatisfeito? Afinal de contas, a maneira de evitar que uma criança mexa aonde não deve é dando a ela outra coisa para fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mídia procurou mostrar que é quase um consenso a adesão à lei. Pessoas que são a favor do castigo físico (veja bem: não estamos falando de agressão ou abuso, e sim de uma advertência física que indique a existência de regras que precisam ser obedecidas) não foram ouvidas. Muito menos foram ouvidos jovens que receberam algum tipo de castigo físico na infância por seus pais, e que hoje tem uma vida saudável, tornaram-se pessoas respeitosas e responsáveis e que até agradecem aos pais pelas palmadas que receberam. As crianças entrevistadas geralmente são aquelas que aparecem cheias de hematomas, tendo sido espancadas depois de verbalmente agredidas. Isso sim é violência, isso sim é mal-trato e abuso. Acontece que é cada vez mais comum a idéia de que pais e filhos estão em pé de igualdade. Não existe mais autoridade associada à figura dos pais. Há hoje a figura dos pais que usando o argumento da amizade são reféns dos próprios filhos. Ora, se um pai ou uma mãe podem simplesmente ir ao cartório e acabar imediatamente com seu casamento, porque já não estão mais satisfeitos com aquela relação, os filhos aprendem com isso que também podem fazer o que quiserem com a própria vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na teoria, muitos vão defender que os filhos precisam ter limites, precisam ser educados, que deve haver respeito entre as partes. Mas como se corrige um filho que grita com o próprio pai? Como se disciplina uma criança que mentiu ou roubou? Será que uma conversa é suficiente? A quem estamos tentando enganar? Por conta das exceções, muitos colocam seus filhos numa roleta russa esperando que a vida lhes mostre o que é certo ou errado. Os nossos políticos já foram crianças. Os Nardoni, a Suzane von Richthofen e o goleiro Bruno também. O que há de errado com essas pessoas? Elas simplesmente eliminaram aquilo que era incômodo. Simples assim. Simples como assinar um papel e extirpar um relacionamento que a princípio começou em nome do amor. Simples como trocar a necessidade da disciplina por um brinquedo que seja mais interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nós, cristãos, referendados biblicamente, taxados moralistas, nos condenamos por mostrar a nossos filhos que a vida não se resume à satisfação do nosso bel-prazer. Talvez sejamos presos por mostrar a nossos filhos que as pessoas têm valor, que pai e mãe são muito mais do que seres humanos provedores. Talvez não nos tolerem por defendermos a tolerância com aqueles que nos rodeiam. Talvez nos condenem por adotar, em casos de desobediência deliberada, a famosa palmada para que nossos filhos entendam que seus pais os amam, e por isso os advertem. Nossos filhos não são brinquedos, são herança, a herança que nós vamos deixar para o mundo. Se nenhum ser humano deseja ser descartado, porque tantas pessoas lutam por isso? Eu continuo na contramão.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-996017329626421007?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/996017329626421007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=996017329626421007' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/996017329626421007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/996017329626421007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2010/07/na-contramao.html' title='Na contramão'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TD5EubDo69I/AAAAAAAAAC4/pxiind-zjRM/s72-c/escada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-7105814661985708148</id><published>2010-07-09T18:23:00.000-07:00</published><updated>2010-07-10T12:50:31.349-07:00</updated><title type='text'>Quando “a lei se afrouxa... e a justiça é torcida...”</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDfSQVRg0nI/AAAAAAAAACw/LE_DiiHyPbg/s1600/cart%C3%A3o+vermelho.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 132px; FLOAT: right; HEIGHT: 231px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5492089448631947890" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDfSQVRg0nI/AAAAAAAAACw/LE_DiiHyPbg/s200/cart%C3%A3o+vermelho.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No segundo jogo do Brasil na Copa do Mundo, o adversário foi Costa do Marfim e o Brasil marcou apenas dois gols contra uma equipe que poderia ter sido goleada. Comentários futebolísticos à parte, esse foi o jogo em que vimos o maior craque brasileiro da atualidade, o Kaká, ser expulso no segundo tempo após uma trombada com o jogador adversário. Cartão vermelho imerecido ou não, o fato é que esse ato foi na verdade o reflexo de uma partida em que a arbitragem não mostrou pulso suficiente para conter os ânimos que foram ficando cada vez mais alterados ao longo do jogo. Faltas mal marcadas, poucas intervenções e advertências levaram aquele espetáculo desportivo à beira de um confronto físico entre duas seleções de países civilizados, e que estavam sendo observadas pelo mundo inteiro. Assistimos de camarote a atuação de um juiz omisso que acabou passando até por irresponsável. O resultado levou Kaká a um ato impulsivo, embora muitos tenham concluído, que na verdade ele não agrediu o jogador que vinha em sua direção, e sim levantou o braço para se proteger. Enfim, quando não se dá muita atenção às regras, ou quando os responsáveis por fazê-las valer as ignoram, a situação começa a sair do controle e o resultado são atitudes impensadas e pouco inteligentes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Fiquei refletindo a respeito do que aconteceu naquela partida e comecei a notar como é possível observar essa realidade dentro de casa. Tenho três filhas e embora faça o máximo para que elas sejam amigas, amem-se mutuamente e se respeitem, de tempos em tempos as pego em conflito. Com todas as mães que costumo conversar a respeito de brigas ente irmãos, os comentários são sempre os mesmos: apesar de serem irmãos de sangue as diferenças de cada um em todos os aspectos geram brigas e conflitos. Não que as peculiaridades sejam um problema, pelo contrário, elas evidenciam a beleza da diversidade, revelam a mente inventiva e singular do nosso Criador. O problema é o que o mal que habita no ser humano impede que essas diferenças sejam plenamente belas, e em muitos momentos elas se transformam em motivação para o confronto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O problema não pára por aí. Outros fatores que geram essas desavenças na maioria das vezes não passam de simples implicância. Minhas filhas, por exemplo, brigam pelo simples fato de uma estar olhando para a outra. Discutem porque não querem abrir mão de seus pertences, ou simplesmente porque não querem ouvir a voz da irmã. No trânsito, a caminho da escola, discutem porque não querem ouvir a outra cantar, se irritam quando a irmã não quer participar de alguma brincadeira, e assim por diante. A cena chega a ser cômica não fosse a seriedade do que isso representa. A questão é que se as “regras do jogo” não são lembradas e o apito de advertência não é soado, a discussão pode gerar agressões, verbais ou até mesmo físicas. Isso não ocorre apenas ente irmãos. Para aqueles que têm só um filho, essa rivalidade aparece na escola ou quando os amigos vêm brincar em casa. Assim como naquela fatídica partida da Copa os jogadores foram perdendo a cabeça e se entregando aos seus acessos de raiva, também em casa podemos vivenciar momentos de grande conflito entre as crianças. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O texto que citei no título do blog está registrado em Habacuque 1.4. O reino de Judá, pra variar um pouco, estava em meio a grande desobediência. As leis mosaicas pareciam ter sido abafadas pelos maus desígnios de reis que deveriam levar o povo à obediência ao seu Deus, mas ao contrário disso, viviam conforme suas próprias leis. Se era isso que estavam semeando não era de se esperar que ceifassem discórdias, desavenças, separações e injustiças, como reclamava Habacuque. E o que era mais triste: ele não se referia a desavenças entre povos diferentes, mas entre “irmãos”, isto é, os seus compatriotas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quando as leis da Palavra não são lembradas em casa, não são inculcadas nos filhos, não são vivenciadas pelos pais, as brigas vão se tornando cada vez mais freqüentes e quando menos esperamos as coisas fogem ao nosso controle. As conseqüências não são apenas momentâneas. As discórdias de hoje poderão trazer desunião no futuro. Nós sempre precisamos usar o apito para lembrar aos nossos filhos que eles podem até jogar em times diferentes, ou seja, gostar de coisas diferentes, ou simplementes ser diferentes. Isso, porém, não lhes dá o direito de serem adversários. Jamais podemos negligenciar as ferramentas que dispomos para advertir nossos filhos, não como juízes impolutos, já que precisamos de igual modo ser advertidos quando erramos, mas como responsáveis para a manutenção da justiça. Nossos filhos precisam se conscientizar de que no que depender de nós devemos ter paz com todos. Se isso não começar pelos da casa, o que dirá das demais relações. Cartão vermelho? Só pra omissão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-7105814661985708148?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/7105814661985708148/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=7105814661985708148' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/7105814661985708148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/7105814661985708148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2010/07/quando-lei-se-afrouxa-e-justica-e.html' title='Quando “a lei se afrouxa... e a justiça é torcida...”'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDfSQVRg0nI/AAAAAAAAACw/LE_DiiHyPbg/s72-c/cart%C3%A3o+vermelho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-593975758147060431</id><published>2010-06-30T14:52:00.000-07:00</published><updated>2010-06-30T15:06:23.440-07:00</updated><title type='text'>Quando ela baila...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TCu_nmxj10I/AAAAAAAAACI/9MsNVAz__6I/s1600/ballet+1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 121px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5488691258025301826" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TCu_nmxj10I/AAAAAAAAACI/9MsNVAz__6I/s200/ballet+1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Seus olhos são como duas janelas...&lt;br /&gt;Fecham-se para o mundo,&lt;br /&gt;Abrem-se para o seu próprio universo&lt;br /&gt;Seus movimentos, certeiros e precisos, revelam a exuberância de sua essência&lt;br /&gt;Os cabelos desgrenhados arrematam o contorno do corpo&lt;br /&gt;Seus pés delicados tocam e prensam o chão como duas pontas afiadas a esculpir uma obra artística&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ela baila...&lt;br /&gt;O mundo para&lt;br /&gt;As cortinas se abrem&lt;br /&gt;E é impossível desviar o olhar&lt;br /&gt;Seus sentimentos abandonam o íntimo e se deixam transparecer&lt;br /&gt;Suas emoções são expressas nos gestos, no ritmo, na música interior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando ela baila...&lt;br /&gt;Não passo incólume&lt;br /&gt;Não perco nada&lt;br /&gt;Não ouço mais&lt;br /&gt;Os olhos fitos&lt;br /&gt;O coração pulsante&lt;br /&gt;A emoção aflora&lt;br /&gt;Quando ela baila...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De: Mamãe&lt;br /&gt;Para: Sarah&lt;br /&gt;30/06/2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Poema que fiz enquanto a observava dançar livremente em uma de suas aulas de ballet&lt;/span&gt;)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-593975758147060431?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/593975758147060431/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=593975758147060431' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/593975758147060431'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/593975758147060431'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2010/06/quando-ela-baila.html' title='Quando ela baila...'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TCu_nmxj10I/AAAAAAAAACI/9MsNVAz__6I/s72-c/ballet+1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-9150516479388551912</id><published>2010-06-03T13:45:00.000-07:00</published><updated>2010-06-03T19:29:22.193-07:00</updated><title type='text'>Minhas marcas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://downloads.open4group.com/wallpapers/pegadas-na-areia-56724.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 273px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://downloads.open4group.com/wallpapers/pegadas-na-areia-56724.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Já faz muito tempo que não dedico alguns momentos da minha vida mais que corrida pra postar aqui. Tenho andado muito ocupada com leituras, pesquisas e produção de texto, talvez como nunca antes tenha acontecido em minha vida. O interessante disso tudo é que tenho a impressão de que quanto mais pesquiso e escrevo mais tenho vontade de fazê-lo. Então, quero aproveitar esse momento de inspiração pra colocar a conversa em dia. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ontem, procurando alguma literatura que me desse um pouco mais de informações a respeito da adolescência, e de tudo que implica essa fase da vida, me deparei com o livro do Gary Chapman, intitulado “As cinco linguagens do amor dos adolescentes”. Embora as minhas filhas ainda estejam um pouco distantes dessa fase, fiz essa busca porque gosto de me informar sobre esse assunto. Li boa parte do livro, talvez as partes mais importantes, e que me fizeram refletir sobre a educação das minhas filhas. Hoje elas estão bem mais crescidas do que quando comecei a escrever em meu blog, mas sinto que por mais que eu já tenha investido na busca por ser uma boa mãe, aquela que não quer errar com seus filhos, percebo que por muitas vezes fracasso. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pensando no meu dia a dia com minhas princesas, sinto que o trabalho parece ter aumentado. À medida que vão crescendo já não admitimos mais certos comportamentos e atitudes que são comuns nas fases mais infantis. O desleixo com as coisas, brinquedos e roupas, a resposta mal criada, já não são toleradas do mesmo modo que o eram há um tempo atrás. Sempre digo à minha mais velha que tenho a impressão de que ela era mais obediente quando mais novinha. O fato é que talvez eu também não esteja sendo a mesma mãe dócil e paciente de tempos atrás. A paciência na verdade, nunca foi meu forte. Consciente da minha fragilidade nessa área, faço disso minha oração constante, pois quando a paciência se esvai o resultado é catastrófico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao ler o livro do Chapman, fui confrontada com atitudes minhas que condeno e que luto para não tê-las, mas elas sempre estão ali. No dia a dia é difícil conscientizar as meninas (4, 6 e 7 anos) que não devem andar descalças, por exemplo. O problema é que apesar de eu já as ter instruído sobre isso, preciso repetir e relembrá-las todo santo dia. Não deixar as roupas ou o material jogado então, acho que já perdi a conta do tanto que foram advertidas quanto a isso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A bem da verdade é que depois de passarmos um longo tempo insistindo nas mesmas instruções a paciência chega ao seu limite. Conseqüentemente o pecado aflora e chego à conclusão de que passo os meus dias oferecendo a elas muito mais reforços negativos do que positivos.&lt;br /&gt;Embora me cobre por não ser uma mãe perfeita, afinal sempre achei que isso fosse possível, tenho que tomar consciência de que não sou e nunca serei. Talvez se não impusesse sobre mim tamanha carga conseguisse refrear as palavras e gestos duros que demonstro quando perco aquilo que mais peço a Deus para ter. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Minha preocupação, e creio que essa deva ser a preocupação de todas nós, mães, é quanto às minhas marcas. Não há como não deixar marcas na vida dos filhos. Lembro-me dos relatos bíblicos sobre o sacerdote Samuel, que ao seguir o exemplo do seu tutor Eli, foi negligente com seus filhos. Também Davi, embora tenha sido um excelente rei, não foi um bom pai e isso deixou marcas profundas em seus filhos, sua família ficou despedaçada! Jacó também, pelo favoritismo a José, deixou marcas de sofrimento nos outros filhos que sentiam-se preteridos, e o que eles mais desejavam era ter o amor do pai. Como lembrou Chapman em seu livro, o que os filhos mais querem é ser amados por seus pais, mas muitas vezes os pais não sabem como demonstrar esse amor. O amor existe, ele está lá no fundo do coração dos pais, mas os desapontamentos com os filhos o escondem. Vejo o quanto deixo de amar minhas filhas quando ao invés de elogiar uma atitude positiva, ao invés de me aproximar para dizer o quanto as amo, só me preocupo em ver e corrigir o que fazem de errado. Como mãe, fico irritada por ver os erros delas, e estou sempre chamando a atenção de cada uma ao invés de gastar tempo encorajando-as a melhorar! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Escrevo porque preciso me lembrar que embora sejam pequenas elas vão carregar as marcas que eu deixar hoje, para o resto da vida. Se deixo marcado o meu amor por elas, se imprimo essa verdade no coração de cada uma delas, isso irá encorajá-las a amar também; mas se as lembranças a meu respeito forem turvas, confusas em relação ao amor que demonstro, elas também levarão essas marcas consigo. Elas terão dúvidas quanto à intensidade desse amor, ou poderão pensar que o amor dos pais está vinculado ao que elas fazem de certo ou errado. É preciso demonstrar aos filhos que são amados não importando o que venham a fazer. Assim como Deus nos ama apesar do pecado, que nunca vamos abandonar, nós também devemos deixar claro aos nossos filhos que eles são amados a despeito dos erros que cometem. Não quero que você pense que estou defendendo que devem ser complacentes com os erros. De modo algum! Impor limites é também uma demonstração importante de amor. O que quero dizer é que não podemos nos concentrar somente na imposição de limites, devemos dosá-los como uma porção considerável de demonstrações de amor e carinho. Você pode se surpreender com os reflexos dessas atitudes na vida de seus filhos, que provavelmente venham a obedecê-los sem questionamentos ou expressões de rebeldia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Assim como desejo que minhas atitudes se transformem com a graça e o auxílio de Deus, quero encorajar você a repensar também as possíveis marcas que seus filhos levarão dos pais que os amaram.&lt;br /&gt;É hora de repensar o que passou e buscar por em prática as mudanças necessárias para que os nossos filhos levem de nós marcas de amor, de auto-confiança, de gratidão por tudo o que tem, de alegria, de altruísmo e principalmente de uma vida sob a égide da Palavra de Deus. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E então, que marcas você quer deixar em seus filhos?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-9150516479388551912?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/9150516479388551912/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=9150516479388551912' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/9150516479388551912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/9150516479388551912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2010/06/minhas-marcas.html' title='Minhas marcas'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-1518547556124650337</id><published>2009-06-20T19:29:00.000-07:00</published><updated>2010-06-04T06:41:30.371-07:00</updated><title type='text'>Duas mães</title><content type='html'>&lt;p style="TEXT-ALIGN: center; TEXT-INDENT: 1cm" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Conversas sobre o encontro de duas gestantes...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 1cm" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;O que falar ao coração de uma mãe que está prestes a conhecer o rostinho de seu bebê? Esse desafio me foi lançado recentemente ao ser convidada a compartilhar da Palavra de Deus num chá de bebê de uma grande amiga. O primeiro texto que me veio à mente foi justamente o do encontro entre duas grávidas: Maria, mãe de Jesus, e sua prima Isabel. Conhecia bem a história, que sempre me encantou por sua beleza e riqueza de detalhes, mas mal poderia esperar que encontraria nesse texto tantas, para não dizer inúmeras, lições do que significa ser uma mãe serva de Deus, honrada pelo fruto de seu ventre. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 1cm" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Antes, porém, de falar sobre aquela visita especial registrada em Lucas 1.39-45, não dá para deixar de pensar em primeiro lugar a respeito do caráter de cada uma dessas mulheres Elas foram realmente instrumento nas mãos do Senhor para serem coadjuvantes de uma linda história real planejada no coração de Deus. Quero começar falando sobre Isabel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 1cm" class="MsoListParagraph"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quem era Isabel?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 1cm" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;A Bíblia diz que Isabel (assim como seu esposo Zacarias) era justa e irrepreensível aos olhos do Senhor (1.5-7). Estão aí em poucas palavras importantes informações sobre essa mulher. De fato, ser justa e irrepreensível, deve ser uma meta, mas sabemos que não é tão simples de ser alcançada. Isabel, porém parecia contemplar essas qualidades. Não podemos nos esquecer que ela também era judia, inclusive seu marido era sacerdote, um zeloso sacerdote, e por conta disso ambos deveriam conhecer as profecias que falavam a respeito do Messias prometido. O texto não nos mostra isso com clareza, mas podemos supor que ela esperasse em seu coração a chegada daquele que viria restaurar a sorte de seu povo. Naquele momento, contudo, ela era apenas uma mulher feliz e grata, pois apesar de sua idade avançada, dentro de pouco tempo realizaria o sonho de ser &lt;b&gt;mãe&lt;/b&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 1cm" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Isabel talvez não soubesse a grande responsabilidade que Deus estava depositando em seus ombros. Deus a havia escolhido para ser mãe daquele que viria anunciar a chegada do Messias. O texto não mostra se ela sabia disso. É bem provável que ela não soubesse, pois seu marido Zacarias, que foi quem recebeu a mensagem do anjo Gabriel dizendo que eles teriam um filho, ficou mudo imediatamente após ouvir o que Deus estava planejando para ele e sua esposa. Ele duvidou das palavras do anjo, pois ambos eram idosos e Isabel era estéril. Como aquelas promessas poderiam se cumprir? Por causa de sua dúvida a partir daquele instante, &lt;style&gt;--  /* Font Definitions */  @font-face  {font-family:"Cambria Math";  panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4;  mso-font-charset:1;  mso-generic-font-family:roman;  mso-font-format:other;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face  {font-family:Calibri;  panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4;  mso-font-charset:0;  mso-generic-font-family:swiss;  mso-font-pitch:variable;  mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-unhide:no;  mso-style-qformat:yes;  mso-style-parent:"";  margin-top:0cm;  margin-right:0cm;  margin-bottom:10.0pt;  margin-left:0cm;  line-height:115%;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:11.0pt;  font-family:"Calibri","sans-serif";  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:Calibri;  mso-fareast-theme-font:minor-latin;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;  mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault  {mso-style-type:export-only;  mso-default-props:yes;  mso-ascii-font-family:Calibri;  mso-ascii-theme-font:minor-latin;  mso-fareast-font-family:Calibri;  mso-fareast-theme-font:minor-latin;  mso-hansi-font-family:Calibri;  mso-hansi-theme-font:minor-latin;  mso-bidi-font-family:"Times New Roman";  mso-bidi-theme-font:minor-bidi;  mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault  {mso-style-type:export-only;  margin-bottom:10.0pt;  line-height:115%;} @page Section1  {size:612.0pt 792.0pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:36.0pt;  mso-footer-margin:36.0pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;br /&gt;ele não disse uma palavra até que seu filho nascesse. Os planos de Deus eram mais grandiosos do que ele poderia esperar... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 1cm" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Naquele tempo, as mulheres estéreis eram menosprezadas pelo povo, pois havia a crença de que estavam nessa condição por não serem alvo da graça de Deus, mas ao contrário do que pudessem pensar a respeito de Isabel, o relato bíblico coloca em evidência suas qualidades de uma verdadeira serva. Suas reações e atitudes não deixavam dúvida quanto a isso. Ela engravidou logo após Zacarias ter cumprido seus dias de trabalho no templo, mas decidiu não revelar o fato. Ela foi humilde diante da graça que Deus havia lhe dado. Ao invés de sair aos quatro ventos divulgando sua gravidez, preferiu ficar reclusa durante os cinco primeiros meses de gestação até que as mudanças em seu corpo fossem nítidas e assim deixasse de ser envergonhada pelo seu povo (24,25). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 1cm" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;A arrogância muitas vezes toma conta do coração da mãe. Geralmente as mães de primeira viagem querem mostrar que sabem como cuidar de seu filho, como amamentá-lo como colocá-lo para dormir, como discernir o choro de fome, de dor, esquecendo-se que não há nada de errado em reconhecer seus limites. Essas atitudes podem revelar muitas vezes um desejo de independência até mesmo de Deus. Se não há quem possa nos ajudar, Deus pode e a dependência a ele cabe também nas pequenas coisas. Isabel contava com Deus e era grata a ele sem a necessidade de se exaltar ou se exibir perante as pessoas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 1cm" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A humildade de Isabel era latente e não se resumiu apenas à decisão de ocultar-se por cinco meses. Há outro momento em sua vida em que ela evidencia uma humildade e um altruísmo profundos além do reconhecimento de sua condição de serva e pecadora. Nas próximas postagens falaremos sobre esse momento. Por enquanto podemos meditar na sabedoria e fé dessa mulher que tanto nos ensina a ser mães que necessitam de retidão e humildade. Que Deus nos ajude nisso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="TEXT-ALIGN: justify; TEXT-INDENT: 1cm" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-1518547556124650337?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/1518547556124650337/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=1518547556124650337' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/1518547556124650337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/1518547556124650337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2009/06/duas-maes.html' title='Duas mães'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-8795086473543519206</id><published>2008-06-30T13:28:00.000-07:00</published><updated>2008-07-01T09:58:49.564-07:00</updated><title type='text'>Por amor aos nossos filhos, o nosso futuro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Será que ninguém vê? Será que ninguém escuta? Será que ninguém percebe? A indignação tem tomado conta de mim ultimamente por me ver cidadã de um país que patrocina a troca de sexo em detrimento da vacinação contra tantas doenças que, diga-se de passagem, já deveriam estar erradicadas. Por que as nossas crianças tornam-se reféns de uma sociedade que privilegia opção sexual em detrimento da saúde? Qual é a mente que tem guiado as decisões e movido o comportamento de nossa sociedade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dá pra acreditar que nossas crianças não possam aprender a colaborar nas tarefas domésticas enquanto são expostas a máquinas de preservativos gratuitos instaladas em nossas escolas públicas? Qual é o parâmetro? Onde estão os resultados positivos de medidas tão arbitrárias? Que tipo de ser humano estamos levando para o futuro? Aquele que ainda em processo de formação toma decisões baseadas em seus impulsos e não tem a obrigação de dar satisfações a ninguém? Por que muitas vezes me sinto culpada por requerer de meus filhos um comportamento honesto e responsável, aos ensinar-lhes que se deve contar a verdade, que não se deve tratar o irmão com desdém, que a violência só gera violência, que não é preciso tirar vantagem do mais fraco, que não se deve deixar os brinquedos jogados pelo chão, que guardar os sapatos no lugar deixa o quarto mais bonito e higiênico... Por que se fala tanto na necessidade de educação para mudar a sorte de um país que jaz dominado pelo crime organizado enquanto se jogam pela janela padrões éticos e morais, princípios e valores em troca do que se crê ser politicamente correto. Que política é essa que expõe nossas crianças a práticas irresponsáveis que antes de conhecerem a si próprias já estão compartilhando suas emoções mais primárias com outras crianças que encontram-se na mesma situação?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não consigo entender como estamos tão apáticos, inertes, diante de tanta calamidade. Não fazemos nada para nos manifestar, assistimos de camarote absurdos como esses e nem sequer nos damos ao trabalho de emitir nossa opinião. A cada dia cresce o número de usuários de entorpecentes em nosso país e nossos pesquisadores justificam esses resultados dizendo que agora os jovens pararam de mentir sobre seu contato com as drogas, porque hoje não há mais punição para o usuário. Será que estamos no mesmo planeta? Será que estamos falando de outros seres que não são humanos? Onde está a sanidade? Pra quê lutar pelo que é certo se cada um tem sua verdade? Por que nossas crianças e adolescentes têm sido acometidas de doenças como depressão e transtornos obsessivos ao passo que deveriam estar brincando felizes por terem em seu coração a certeza de que são amadas e que seus pais são suas maiores referências? Até quando vamos sofrer os danos de uma sociedade egoísta que põe os próprios sentimentos em detrimento do bem estar do outro e isso até mesmo no âmbito familiar? Pais que não conseguem abrir mão do direito de serem felizes ainda que isso custe a felicidade de seus filhos ou cônjuges! Quantas Isabellas serão atiradas e mortas por aqueles que deveriam mais do que tudo protegê-las e guardá-las? Aonde foi parar a moral, o pudor, a importância de vivenciar cada etapa da vida como ela realmente deve ser vivida? Por que nossas crianças e adolescentes precisam ter experiências emocionais enquanto não sabem distinguir seus próprios sentimentos? E ainda existem aqueles que têm a coragem de culpar um ser superior pelas atrocidades que nos cercam hoje. Mas será que eles sabem de quem estão falando? Quem é Deus? O que é Bíblia? O que é ética? Será que alguém tem essas respostas? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Essas são marcas de uma sociedade que não sabe da onde vem, e não faz a menor idéia de para onde vai. Pessoas que não sabem o que estão fazendo aqui nesse planeta, que lutam em favor de causas perdidas, que vivem de tentativas e erros, mas até quando? Ainda existe uma fonte, com respostas satisfatórias, com soluções lógicas, mas que não possui mais tanto valor nem mesmo para muitos daqueles que dizem segui-la. Em nome das crianças do meu país, da minha cidade, da minha vizinhança e do meu lar, clamo para que olhos sejam abertos e ouvidos estejam atentos para o rumo que estamos dando ao nosso futuro. Um futuro que não possui referências é um futuro fracassado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que Deus, aquele que dá a vida, e aquele que sabe exatamente como funciona cada célula do ser que ele mesmo criou, que esse Deus tenha paciência, longanimidade, mansidão, para suportar tantas decisões levianas e que ele retarde a sua justiça, pois quando sua ira foi manifesta contra os defeitos dos homens nem seu próprio Filho, sobre o qual não foi achado nenhum dolo, nem ele mesmo foi poupado da punição. Que Ele seja esperança e justiça e que eu não me venha achar indigna por não ter feito nada. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-8795086473543519206?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/8795086473543519206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=8795086473543519206' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/8795086473543519206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/8795086473543519206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2008/06/por-amor-aos-nosso-filhos-o-noso-futuro.html' title='Por amor aos nossos filhos, o nosso futuro'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-6903597749491279877</id><published>2007-10-03T04:06:00.000-07:00</published><updated>2007-10-03T04:12:51.817-07:00</updated><title type='text'>Uma mudança radical</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Como já disse algumas vezes, sou mãe de três filhas que ainda estão na primeira infância. Fazendo um quadro dessa condição na mente, acho que dá para imaginar a loucura que isso representa. É a mais novinha que chora querendo a mamadeira, a do meio que não admite perder seu lugar no colo e a mais velha querendo virar mocinha ao mesmo tempo em que disputa uma vaga nos braços da mamãe. Sem falar a respeito das diferenças de personalidade refletidas no comportamento. Uma viagem encantadora, pensando por esse lado, mas não menos cansativa e trabalhosa. Sarah, por exemplo, que completou cinco anos em setembro desse ano, já desenvolveu conversas conosco falando sobre seu desejo de “conhecer o mundo”, “outros países...” mostrando que já conhecia o Brasil e gostaria de conhecer a Inglaterra. Dá pra imaginar? É uma emoção indescritível. Fico orgulhosa quando percebo que ela já consegue escrever seu nome sozinha além de várias outras palavras que soletramos. Ah como me falta tempo...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Isabel não fica muito atrás, aos três anos ela já vem apresentando um desenvolvimento de se admirar. Também já consegue escrever seu próprio nome e sabe identificar letras, números formas geométricas, o que se contrapõe ao seu jeitinho dengoso que às vezes me faz pensar que ainda é um bebê.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E interagindo com essa mini escola está a Lídia que perto de completar dois anos é uma esponja de aprendizado tanto para aquilo que é bom quanto para o que me deixa com mais fiozinhos brancos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fico cansada só de falar sobre o assunto, uma grande responsabilidade recai sobre meus ombros e a carga de trabalho pode superar qualquer emprego que viesse a exercer. Por conta disso, vivi muito tempo conformada com meu jeito estressado de ser. Escondia minha culpa pelos acessos de raiva, palavras duras e irritações atrás da imagem de que eu era assim por que tinha três filhos pequenos sob meus cuidados. Meus dias eram como um grande peso sobre os ombros, e mantinha uma relação estritamente burocrática com minhas lindas princesas. Dava comida, o banho, trocava a roupa, mandava para a TV ou para o quarto brincar e por um longo tempo deixei de me divertir com elas. Não pensem que isso nunca me incomodou, pelo contrário, sempre busquei a Deus pedindo que tivesse misericórdia de mim e me ajudasse a ser uma mãe mais agradável e feliz. Muitos textos bíblicos vinham à minha mente como “... o amor não se exaspera”, “irai-vos mas não pequeis...” tendo consciência de que minha postura precisava ser revista, mas faltavam forças para mudar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Até que Deus usou alguém inimaginável para me desafiar. Sempre tratei a saúde de minhas filhas através da homeopatia. Gosto muito dos resultados, mas já dá para imaginar o quanto é difícil encontrar um homeopata que consiga dissociar a medicina do esoterismo. Ainda mais quando se muda de plano de saúde e é preciso sair à caça de um novo profissional sério e que seja atencioso com as crianças (condição &lt;em&gt;sine qua non&lt;/em&gt; quando se trata do médico que vai cuidar das minhas jóias). Pois bem, já estava quase me conformando com a descoberta de uma nova clínica quando resolvi fazer uma última tentativa. Marquei a consulta e saí em uma maratona que incluiu iogurte, bolachinhas, muita sujeira no carro e choradeira também. Fomos atendidas por uma médica oriental extremamente simpática e bastante interessada. Após baixar três relatórios sobre características físicas, emocionais e gostos pessoais, passei a responder perguntas do tipo: como é seu relacionamento com elas? Quem é mais apegada ao pai ou à mãe? Como é o dia-a dia de vocês? O fato é que me senti num divã, ou como se estivesse me olhando no espelho. Confessei a ela sobre minhas dificuldades de me relacionar com elas de uma forma mais saudável dado ao meu cansaço físico e emocional e disse que isso se devia às solicitações constantes e distintas de cada uma feitas à minha pessoa. Até que ela me disse: “elas estão te solicitando demais por que você não as está solicitando”, e mais uma: “uma mãe estressada é a pior coisa para a saúde dos filhos”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Chocados? Pois eu fiquei. Já havia ouvido milhares de pessoas me alertando quanto aos aspectos nocivos do nervosismo e da impaciência, já havia inclusive escrito textos a respeito disso, mas como uma espada cortante aquelas palavras me soaram como a voz de Deus. Aquela médica me desafiou de tal forma que saí do consultório descarregada de um fardo que há muito levava sozinha. Foi como se naquele momento tivesse entregado toda a minha exaustão nas mãos daquele que leva minhas cargas desde a eternidade. Daquele dia em diante parei de me conformar com o fato de ser uma mãe estressada por ter três filhos pequenos. Desde então Deus vem trabalhando em meu coração me dando prazer em fazer coisas que via apenas como obrigação, como por exemplo, brincar, ir ao play ground ou ao parque.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Deus usou aquela médica para falar comigo, para tocar meu coração, para me fazer enxergar que eu tenho nada mais nada menos do que três valiosos tesouros, que não só foram confiados a mim, mas acima de tudo me tem como exemplo. Posso garantir que meus dias têm sido mais felizes e garanto que para meu esposo e minhas filhinhas queridas também.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-6903597749491279877?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/6903597749491279877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=6903597749491279877' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/6903597749491279877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/6903597749491279877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2007/10/uma-mudana-radical.html' title='Uma mudança radical'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-12455248263129523</id><published>2007-05-30T04:54:00.001-07:00</published><updated>2007-05-30T04:56:42.219-07:00</updated><title type='text'>Por que a gratidão alegra o coração...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Minha filha Isabel fez três anos em março passado. Eu e meu marido saímos juntos para então comprar um presente que pudesse marcar a data e tentamos escolher algo que se identificasse com ela. Ultimamente vínhamos percebendo seu interesse em brincar de auscultar o coração do papai, ver se a mamãe estava com febre, e então achamos que um kit com acessórios médicos seria o presente ideal. Mas quando estávamos realizando a compra nos lembramos de que na ocasião do aniversário de Sarah (4 anos), nossa filha mais velha, havíamos presenteado a Isabel também. Por conta disso, achamos que seria menos traumático se comprássemos um presente para as três filhas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Para Sarah, tão sonhadora e apaixonada por contos de fada, escolhemos então uma varinha de condão (com uma luz vermelha que acendia e piscava), que vinha também com brincos e uma coroa. Para Lídia escolhemos um elefantinho de pelúcia. Pronto, estávamos preparados para chegar a nossa casa e vê-las se deliciarem com os novos presentes. E foi assim que aconteceu: cada uma passou a explorar todas as possibilidades que seus brinquedos novos poderiam oferecer e por um longo tempo ficaram felizes e entretidas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Ao final da tarde, porém, Sarah começou a notar que a luz de sua varinha de condão já não estava piscando como antes, o que a levou a romper em prantos por sentir-se tão frustrada com aquela situação. Tentei descobrir o mais rápido que pude qual seria o problema do brinquedo, e a conclusão que cheguei foi de que a pilha deveria estar fraca. Expliquei a ela, tentando o ser o mais clara e objetiva possível, que como a varinha já havia sido usada por bastante tempo, a pilha já estaria chegando ao seu limite. Também lhe disse que não havia em casa uma pilha substituta e nem teríamos condições de comprá-la naquele mesmo dia. Mas todas as minhas explicações e tentativas de amenizar seu desapontamento foram inúteis. Seu rostinho já não estampava mais a alegria que sentira ao receber aquele presente especial. Agora seus sentimentos haviam se invertido completamente e ela os externava mostrando grande irritação, choro e manifestações de ira. Naquele momento já não podia mais continuar tentando amenizar a situação sem antes levá-la a reconhecer o erro em sua atitude. Pedi a ela que fosse até seu quarto para então conversarmos, e ela já sabia que algo iria acontecer, pois esse é o procedimento que adotamos quando a circunstância exige disciplina e correção. Contei até 10 e fui conversar com ela. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Com três filhas pequenas sempre tivemos necessidade de investir em recursos que pudessem distraí-las para que os afazeres domésticos não ficassem tão abandonados. Por isso temos procurado, na medida do possível, adquirir material infantil, inclusive DVDs, que além de entretenimento venham também a complementar de forma lúdica o que já vimos ensinando a elas no dia a dia. Foi então que me lembrei de uma animação da série “Vegetais” chamada Madame Blueberry, que narra a história de uma ‘uva’ que vivia muito tristonha por achar que seus vizinhos possuíam coisas melhores e mais bonitas do que as dela. Seu desejo era de sempre comprar, gastar, na tentativa de satisfazer os anseios de seu coração. Mas ao caminho do shopping ela se depara com uma família pobre comemorando o aniversário da filha, e apesar de só haver um pedaço de torta para se comer estavam todos agradecidos a Deus por terem um ao outro e por serem felizes apesar das dificuldades. Aos poucos, enquanto ia enchendo seu carrinho de compras, a uvinha triste ia percebendo que nada daquilo estava lhe trazendo a verdadeira satisfação e então ela pergunta ao vendedor se no shopping seria possível comprar um coração alegre. Ela descobre então que sua alegria só seria possível se ela agradecesse a Deus as bênçãos que já possuía.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Não pensei duas vezes. Recordei junto a Sarah essa história, ainda que singela mas ao mesmo tempo repleta de verdades bíblicas. Disse-lhe que se seu coração estivesse grato ela não iria chorar por causa da luz da varinha de condão. Lembrei-lhe também que naquele dia não era seu aniversário, mas que mesmo assim papai e mamãe haviam decidido presenteá-la. Já estava preparada então para corrigi-la com a “vara”, mas aos poucos, seu choro irritado foi dando lugar a um murmúrio arrependido, e antes mesmo de eu completar meu raciocínio ela já havia me pedido desculpas e estava mais feliz com seu brinquedo. Nos abraçamos e agradecemos a Deus por ser tão gracioso em nossas vidas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Que lição maravilhosa trouxe a mim aquele momento. Busquei sabedoria e Deus colocou em meus lábios suas palavras e providenciou ferramentas a serem usadas para instrução e admoestação não só da minha filha, mas minha também, afinal sempre devemos nos recordar sobre a necessidade de um coração grato.&lt;br /&gt;“...Porque a gratidão alegra o coração. Sou feliz com o que tenho sempre vou agradecer. Pelo amor que nos dás, porque sempre nos vigia, por isso agradeço todo dia...” (música tema da animação “Madame Blueberry” – Os Vegetais)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-12455248263129523?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/12455248263129523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=12455248263129523' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/12455248263129523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/12455248263129523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2007/05/por-que-gratido-alegra-o-corao.html' title='Por que a gratidão alegra o coração...'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-1094285671211930879</id><published>2007-03-28T10:50:00.000-07:00</published><updated>2007-03-28T11:19:11.626-07:00</updated><title type='text'>Ritos de Passagem</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;No início do ano passado, eu e meu marido decidimos que era hora de Sarah (na época com 3 anos e 4 meses) e Isabel (1 ano e 10 meses) irem para a escola. Embora ainda de certa forma receosos por nossa resolução, tínhamos a sensação de que aquele seria um bom momento para a abertura dessa nova fase da vida delas, afinal estávamos ainda com um bebê de apenas dois meses em casa, e eu particularmente, sentia a necessidade de um período do dia em que não tivesse três crianças pequenas sob minha completa responsabilidade. Também optamos por colocar as duas, apesar da tão pouca idade de Isabel, pelo fato de sabermos que um ano e seis meses de diferença entre elas as fazia quase que inseparáveis, e por isso, achamos que seria saudável para ambas iniciarem essa etapa juntas. A decisão foi revogada cerca de três meses depois após constatarmos a baixa imunidade delas resultando em constantes gripes, viroses e outras doenças infantis. Oramos e chegamos então à conclusão de que aquele não era o momento para a introdução dessa nova atividade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas apesar do pouco tempo de duração dessa mudança na rotina, não pude deixar de experimentar aquela avalanche de sentimentos comuns a muitas mães quando seus filhos vão à escola pela primeira vez. Entre uma lágrima e outra minha alegria se misturava a um aperto doído no peito, pois sem que houvesse qualquer aviso, qualquer anúncio, aquelas sensações assinalavam na verdade um rito de passagem a me estampar no rosto a implacabilidade do tempo. Naquele instante, embora não intencionasse elucubrar a respeito, via nitidamente como essa nova fase apontava para um ponto importante: o relacionamento pais e filhos inevitavelmente sofre mutações, que apesar de gradativas podem ser observadas num piscar de olhos. Isso se dá por conta de basicamente dois fatores, o amadurecimento dos pais e o desenvolvimento natural dos filhos, evidenciando assim características da personalidade de cada um, tanto dos filhos como dos pais. O resultado desse fenômeno é no mínimo inquietante, pois a formação de novos indivíduos dotados de estilo próprio, opinião própria, interesses próprios é vivenciada por anos a fio majoritariamente no âmbito familiar. As implicações disso vão desde a emoção de poder perceber o crescimento desenfreado desses novos seres humanos a possíveis dificuldades de relacionamento, afinal são horas, dias, meses, anos de convivência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No livro “Pastoreando o Coração da Criança”, o pastor Tedd Tripp traça um gráfico mostrando a transformação no caráter dessa relação, usando para mensurá-la os conceitos de “autoridade” e “influência”. Ele mostra que na medida em que os filhos vão crescendo a autoridade vai ganhando um novo formato até desembocar na influência que os pais virão a exercer sobre eles, como conseqüência de uma educação saudável.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pensando sobre isso, muitos fatores me chamam a atenção nesse rito de passagem a que nossos filhos são submetidos. O primeiro deles é a consciência de que haverá outras pessoas envolvidas nesse processo de educação. Isso necessariamente não representa algo negativo, mas jamais pode ser ignorado, pois na escola serão inseridos novos valores, haverá interação entre adultos e crianças advindos de diversas realidades, e por vezes, nossos filhos terão acesso a idéias, linhas de pensamento, que em muitas ocasiões entrarão em conflito com aquilo que cremos e ensinamos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No dia em que vi Sarah e Isabel de uniforme pela primeira vez senti-me orgulhosa ao vê-las um pouco mais crescidas, cheias de entusiasmo e ávidas por novas descobertas. Conseguia enxergar o quanto estavam mais altas, os cabelos mais compridos e o ar de bebê já era quase que imperceptível. E lá estavam elas me apresentando um quadro de extrema discrepância: ao mesmo tempo que já não as via mais como bebês ainda estavam muito distantes da maturidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando somos desafiados pelas Escrituras a ensinar a criança no caminho em que deve andar, ou quando elas nos incitam a permear cada acontecimento do dia com esses ensinamentos é que percebemos que nunca é cedo demais para a abertura desse processo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não há como interromper as fases da vida de nossos filhos e não podemos perder tempo ou nos isentar da responsabilidade em mostrar-lhes a verdade sobre quem são, de onde vieram, quem os fez e como é possível estar e viver no mundo sem pertencer a ele de fato. Mas para que esses conceitos sejam assimilados devem ser ensinados não só através de palavras, mas principalmente através de uma vida que serve de modelo. Se a autoridade que exercemos sobre nossos filhos for permeada pela incoerência será muito mais difícil influenciá-los no futuro, e como resultado estaremos transferindo essa tarefa a qualquer pessoa, ou instituição, ou crença que fale mais alto ao coração deles. O que estamos fazendo pra evitar isso?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-1094285671211930879?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/1094285671211930879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=1094285671211930879' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/1094285671211930879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/1094285671211930879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2007/03/ritos-de-passagem.html' title='Ritos de Passagem'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-7160429020864214951</id><published>2007-02-28T03:51:00.000-08:00</published><updated>2007-02-28T04:14:15.644-08:00</updated><title type='text'>Nossos filhos, instrumentos de Deus</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Já há algumas semanas venho desempenhando uma nova modalidade em minha trajetória como mãe, esposa, dona de casa, e porque não agora “mãetorista”, como diz uma amiga. Ainda estou dando meus primeiros passos, ou melhor, correndo meus primeiros kilômetros nessa nova função que adquiri e que está se tornando uma verdadeira ferramenta de trabalho e tem em muito facilitado o cumprimento de minhas tarefas do dia a dia. Mas apesar do pouco tempo de trânsito, principalmente guiando numa cidade como São Paulo, já posso perceber o quanto pequenas coisas que acontecem nesse contexto, como um carro que nos fecha pela direita, ou alguém que não respeita a sinalização, podem em questão de segundos nos fazer pecar. Ainda mais para alguém impaciente como eu em que a irritabilidade é quase que inevitável. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando voltava com minhas princesas pra casa após uma reunião de crianças em nossa igreja fui surpreendida com um carro que atravessou em minha frente ignorando completamente o fato de que a preferência de passagem era minha, uma situação que me deixou um pouco nervosa, dada minha inexperiência em dirigir. Imediatamente proferi uma palavra não muito educada referindo-me ao motorista inconseqüente, nada muito grave, mas simplesmente algo que já havia ensinado às minhas filhas que não se deveria dizer. E então me deparei com a seguinte frase: “Mamãe, a gente não pode falar assim, isso não agrada a Deus”. Dois sentimentos invadiram meu coração após atentar para o que havia acabado de escutar, o primeiro deles foi imediato, e que me fez corar de vergonha ao ser repreendida por minha filha de 4 anos que naquele momento era uma porta-voz de Deus em minha vida. Senti-me como se estivesse ouvindo o apóstolo Paulo dizer aos efésios: “Não saia de vossa boca nenhuma palavra torpe...” (Ef 4.9), ou o próprio Jesus ao dizer que aquele que chama seu irmão de tolo, em seu íntimo matou seu irmão. O fato é que naquele instante fui tomada por uma completa sensação de derrota, pois sucumbi à tentação de conter a ira. Resignada, minha atitude então foi dizer: “Você tem razão filha, isso realmente não agrada a Deus. Me desculpe”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas antes de me deixar abater pela consciência de que havia cometido uma falha, outro sentimento tão importante quanto o arrependimento me chamou a atenção. Deus usou aquele fato corriqueiro para me fazer notar que apesar das minhas limitações, de minhas deficiências, ele tem me usado para ser sua agente na vida de minhas filhas. Embora ainda tão pequenas elas já têm capacidade para compreender, dentro de sua maturidade intelectual, que bater no irmão é pecado, que usar qualquer palavra que venha a menosprezar alguém é errado, que falar mentira desagrada a Deus, conceitos simples mas fundamentais para que a criança a medida em que se desenvolve física, emocional e intelectualmente vá também exercitando seu crescimento espiritual, ou seja, vá aprendendo sobre si mesma, sobre suas inclinações e sobre quem vem a ser esse Deus que a fez. Isso nos faz pensar sobre como os valores de Deus são elevados, seus preceitos são retos, santos, e acima de tudo invariáveis. E embora pareçam inatingíveis, quanto mais cedo forem apresentados aos nossos filhos mais cedo serão assimilados e obedecidos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aquela sensação frustrante que senti num primeiro momento diante desse acontecido deu lugar então a um segundo sentimento, algo que fez meu coração pular de alegria. Vitória foi a palavra que me veio a mente ao me dar conta de que minha filha, em sua primeira infância já dava mostras, ainda que infimamente, de conhecer sobre esse Deus que requer de nós não menos que a perfeição. Estas ocasiões tão especiais é que nos fazem perceber que o cansaço físico, o desgaste emocional, as horas de choro ouvidas diariamente, as petições intermináveis, de repente se dissipam na mente e abrem espaço para notarmos que vale a pena todo o esforço empreendido na busca pela religação dos nossos filhos com seu Criador.&lt;br /&gt;"Eu, de boa vontade, me gastarei e ainda me deixarei gastar em prol da vossa alma…" (2 Coríntios 12.15)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-7160429020864214951?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/7160429020864214951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=7160429020864214951' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/7160429020864214951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/7160429020864214951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2007/02/j-h-algumas-semanas-venho-desempenhando.html' title='Nossos filhos, instrumentos de Deus'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-5625405151372249180</id><published>2007-02-08T08:20:00.000-08:00</published><updated>2007-02-08T09:17:58.047-08:00</updated><title type='text'>Rompendo o cordão umbilical</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 27pt;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O cordão umbilical é uma espécie de órgão que vai se formando conforme o crescimento do bebê no interior do útero. Ele promove uma ligação inseparável com a mãe, como se ela e seu filho fossem um único ser. Por meio do cordão umbilical o bebê é alimentado e nutrido até o momento em que estará pronto para sair do ventre materno e então ser definitivamente separado de sua &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;progenitora com o rompimento radical desse elo de ligação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 27pt;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Embora esse rompimento aconteça imediatamente após o nascimento do bebê, por vezes, nós mães, temos dificuldades em assimilar esse fato. Achamos que nossos filhos continuam presos a nós como se fossem um órgão a mais e nossas atitudes serão em muitas ocasiões guiadas por esse sentimento. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 27pt;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sem a menor sombra de dúvida, nossos bebês necessitam de todo carinho, de todos os abraços, beijos e afagos que possamos oferecer. Essas são ferramentas aliadas nossas, as quais nos permitem desenvolver a auto-estima de nossos filhos, mostrar-lhes que também podem ser afáveis e gentis, porém não podemos nunca usá-las para justificar, ainda que inconscientemente, nossa insegurança em aceitar que o cordão já foi rompido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 27pt;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nossos filhos não são parte de nós, são pessoas, indivíduos que possuem genoma único, capazes de raciocinar por si próprios, de reagir de modo ímpar às mais diversas situações e devem ser estimulados a desenvolver seu caráter através daquilo que apreendem do meio em que vivem. Se a todo instante tentarmos transpor as barreiras que são colocadas a frente de nossos filhos, como aprenderão a rompê-las? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 27pt;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A partir do momento em que nasce todo ser humano passa por alguma dificuldade, seja o sofrimento pelo parto, seja a mudança de ambiente, seja a sensação de frio, todas essas novas circunstâncias são de extrema importância para inserir o bebê no contexto em que irá viver. Esse pensamento é válido para todas as etapas da vida de nosso filho. Enquanto o socorremos apressadamente quando acordam no berço, enquanto evitamos que sintam completamente o vento em seu rosto ou deixamos de negar-lhes algo para não chorarem ou se entristecerem mostramos que nós ainda não rompemos o nosso cordão umbilical. Querendo agradá-los fazemos aquilo que eles poderiam e até deveriam fazer, e agimos assim para que não sofram ou se frustrem. Mas onde está escrito que evitar as frustrações na infância é benéfico para o futuro? Não podemos nos esquecer que as dificuldades são inevitáveis e se pouparmos nossos filhos de sofrer agora enquanto podem ser consolados e disciplinados em amor, como reagirão ao receberem um “não” na vida adulta? Pedirão demissão? Desfarão o casamento? Desprezarão um amigo?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 27pt;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Vejo duas formas erradas de procedimento que revelam o não rompimento do cordão umbilical materno: uma delas é essa que me referi acima, em que a mãe resolve todos os problemas de seu filho, seja evitando que ele suba numa cadeira (afinal ele pode cair), evitando que brinque na terra para não se sujar, levantando-o do chão rapidamente após uma queda, etc, isto é, impedindo a criança de ganhar confiança em si mesma, de vencer seus medos e desenvolver sua capacidade criativa para resolver problemas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 27pt;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Outra forma seria evitar a disciplina, como se a criança não tivesse capacidade de compreender limites e então vai formando seu caráter desconhecendo o padrão de certo e errado. O desejo de evitar o sofrimento de nossos filhos os torna apáticos diante da vida, inertes, desconectados do mundo ao seu redor. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-align: justify; text-indent: 27pt;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No Salmo 127 vemos que os filhos são comparados a flechas na mão do guerreiro. Pensando a respeito dessa comparação podemos perceber que as flechas, assim como os filhos, não permanecerão para sempre no interior da aljava, senão perderiam completamente sua utilidade. Mas serão usadas em momento oportuno, e não serão colocadas no alvo com as próprias mãos do guerreiro, serão lançadas para que sigam seu caminho. A habilidade do guerreiro está em lançar as flechas mas serão elas que atingirão o alvo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div  style="text-align: justify;font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style=""&gt;    Romper o cordão umbilical é um exercício que toda mãe deve fazer, repensar o modo como enxerga seu filho, respeitando suas peculiaridades, ajudando a controlar seu temperamento, permitindo que encontre barreiras e as supere. Nossos filhos não serão bebês para sempre, serão homens e mulheres atuando na sociedade. Como tomarão suas próprias decisões se sempre houver quem as tome por eles? Podemos e devemos auxiliar nossos filhos a superar cada etapa de suas vidas mas não podemos permitir que eles sejam passivos nesse processo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-5625405151372249180?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/5625405151372249180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=5625405151372249180' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/5625405151372249180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/5625405151372249180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2007/02/rompendo-o-cordo-umbilical.html' title='Rompendo o cordão umbilical'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-116303333404205689</id><published>2006-11-08T16:45:00.000-08:00</published><updated>2006-11-10T18:52:13.383-08:00</updated><title type='text'>Meu maior defeito</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quem já experimentou a bênção de ter filhos é capaz de compreender o quão árdua é a tarefa de educar. Costumo muitas vezes contrariar o provérbio que diz: “ser mãe é padecer no paraíso”. Acabo citando-o da seguinte forma: ser mãe é padecer - ponto final. Não que essa idéia represente uma visão negativa da criação de filhos, mas por trás das muitas bênçãos e alegrias que uma criança pode proporcionar à vida de um casal, as responsabilidades acabam em certas ocasiões sobrepujando os momentos prazerosos. Isso porque infelizmente nossos filhos nascem com apenas uma inclinação, aquela que pende para o pecado, aquela herança que nos separa de Deus, ou mais ainda, não nos permite querê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Embora todo ser humano carregue em sua essência alguns atributos divinos, transferidos pelo próprio Deus no momento em que criou o homem à sua imagem e semelhança – como por exemplo, bondade, amor, justiça – o pecado não permite que eles se sobressaiam. Tudo aquilo que é bom em nós, não por nós mesmos, mas pela vontade divina, aparece de forma distorcida, camuflada, pois o pecado é como jogar sujeira dentro de uma fonte de água potável, ou seja, após esse acontecimento ela perde por completo sua pureza. Ou, como nos apresenta o relato bíblico, o pecado é como o fermento, o qual uma pitada é capaz de reagir com toda a massa (1Co 5.6). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Ao nascermos, há apenas um querer dentro de nós, apenas uma vontade, aquela que nos leva a desejar o caminho do pecado. Agora já se pode imaginar o quanto é difícil conviver com um ser que desconhece completamente o bem. Ainda que essa constatação pareça exagerada, afinal quando olhamos para um bebê o vemos cheio de encantos, de movimentos suaves, sorriso doce, e assim temos dificuldade em aceitar que aquela criança meiga seja capaz de manifestar atitudes más, me sinto desafiada a refletir sobre alguns aspectos:&lt;br /&gt;- Já com poucos meses de vida, a criança é capaz de relutar contra uma imposição de seus pais que a informam que aquela é a hora de dormir. É comum notarmos a resistência da criança manifestada através de movimentos rápidos do corpo, choro agressivo e desejo de se libertar.&lt;br /&gt;- A partir do nono mês aproximadamente, a criança já é capaz de reproduzir alguns sons que lhe são ensinados, pode aprender a bater palmas, há uma melhora significativa em sua coordenação motora, mas também se pode constatar com maior nitidez sua obstinação. Enquanto ela é ensinada que não deve tocar em algo, ou mexer em determinado objeto, sua primeira reação é contrariar a ordem e continuar agindo como vinha fazendo anteriormente. Não sendo corrigida, não será capaz de discernir o que deve ou não fazer.&lt;br /&gt;- Ao desenrolar das fases, embora a perspectiva de certo e errado vá aumentando, o desafio à autoridade também se torna maior. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Tudo isso para dizer o quanto é fácil perder a calma, se exasperar. Como é difícil não perder o controle depois de seu filho ter desobedecido quase todas as suas ordens, mesmo já tendo sido disciplinado. Existem dias em que a disciplina dura enquanto os filhos estiverem acordados. Sendo agente de Deus na vida de minhas filhas muitas vezes me pego esbravejando, demonstrando irritabilidade e rudeza. E imediatamente após minha atitude incorreta me vem à mente o texto: “o amor não se exaspera”. (1Co 13.5) Como é difícil cumprir esse desafio prescrito pelas Escrituras após um dia inteiro de prática da educação propriamente dita, convivendo com pessoas que em todo tempo resistem a ordens, detestam a obediência, estão cegos diante do caminho da retidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A cada dia me sinto mais e mais desafiada a enfrentar e superar meus delitos, sei que se essa é minha área de maior dificuldade, Deus colocará a minha frente situações em que terei de subjugá-la. E aí consigo enxergar o quão rico pode ser esse relacionamento já que é usado para moldar caráter, não só o dos filhos, mas também o dos pais. É a incomparável sabedoria divina mais uma vez refletida no ambiente familiar. Quão inescrutáveis são os caminhos do Senhor e insondáveis os seus juízos (Rm 11.33), a Ele pois a glória eternamente, Amém.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-116303333404205689?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/116303333404205689/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=116303333404205689' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/116303333404205689'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/116303333404205689'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2006/11/meu-maior-defeito.html' title='Meu maior defeito'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-116102009869950447</id><published>2006-10-16T10:34:00.000-07:00</published><updated>2006-10-17T09:29:55.686-07:00</updated><title type='text'>O que é mimar?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Há muito tempo venho pensando sobre o que significa “mimar” uma criança. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;É certo que existe um consenso entre pais e educadores de que mimar é nocivo, é algo que impedirá a criança de lidar com os obstáculos que poderá vir a enfrentar ao longo da vida e também irá prejudicar seus relacionamentos em qualquer esfera. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Embora naturalmente se associe o mimar com satisfazer todos os desejos da criança ou enchê-la de presentes, ou ainda evitar a disciplina por algum ato de desobediência, tenho percebido uma outra espécie de mimo que é de igual modo maléfica. Como estou sempre repensando minhas atitudes como mãe, pois em minha opinião a auto-análise é indispensável, venho me questionando se o fato de só dar atenção às minhas filhas no momento em que estão fazendo algo de errado também não é uma maneira de mimá-las. É ponto pacífico que esta atitude está completamente equivocada e vai de encontro a tudo o que já li a respeito de educação de filhos e principalmente se contrapõe ao conceito bíblico que mostra a necessidade de investir em qualidade de tempo junto às maiores riquezas que Deus nos confia. A prescrição registrada por Moisés em Deuteronômio deixa bem clara essa idéia: “Estas palavras que, hoje, te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te, e ao levantar-te.” (Dt 6.6-7).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Talvez, para quem ainda não tenha passado pela experiência da maternidade (falo especialmente às mães, pois o tempo dos pais no lar é mais escasso), seja difícil entender como alguém pode restringir a atenção aos &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;filhos ao momento da disciplina. Mas para aquelas famílias que possuem uma ou mais crianças que estejam principalmente na primeira infância, sendo este o período de maior dependência dos pais, fica mais fácil compreender como é comum incorrer nesse erro. Isso porque o dia parece voar nessa fase, as mães ficam quase que em tempo integral à disposição dos filhos, cuidando para que cada uma de suas necessidades (necessidades, não desejos) seja atendida. Em meio a essas circunstâncias é comum o cansaço e a tentação de se distanciar e só agir quando surge algum problema.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Se pararmos para analisar o resultado dessa atitude de certa forma passiva de pais que só se dirigem aos filhos quando as coisas estão saindo do controle, vamos perceber que essas crianças irão aprimorar ainda mais seu mau comportamento para atingir seus objetivos. E o que é isso senão o sinônimo de criança mimada?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;É interessante notar como os extremos se aproximam nesse caso, já que tanto o fazer as vontades quanto o só disciplinar apresentam o mesmo efeito: mais indisciplina. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Nossos filhos precisam de nós quando estão quietos assistindo TV, ou quando estão brincando no quarto ou se apenas se achegam para dar ou receber carinho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;"&gt;Muitas vezes temos tantas desculpas para justificar nossa ausência (de corpo presente) que nos esquecemos de avaliar os frutos que estamos colhendo pela negligência. Essa é mais uma lição que desejo tomar para mim.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Book Antiqua&amp;quot;;"&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style=";font-family:trebuchet ms;font-size:12;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; font-family: trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-116102009869950447?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/116102009869950447/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=116102009869950447' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/116102009869950447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/116102009869950447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2006/10/o-que-mimar_16.html' title='O que é mimar?'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-115897865513891982</id><published>2006-09-22T19:22:00.000-07:00</published><updated>2006-09-25T03:55:29.366-07:00</updated><title type='text'>“Pastoreando o Coração” ou “Super Nanny”?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.socep.com.br/imagens/livros/big/06997.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; width: 200px; cursor: pointer;" alt="" src="http://www.socep.com.br/imagens/livros/big/06997.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Como os leitores do blog já puderam notar, o comportamento infantil é um assunto que me desperta grande interesse. E não poderia deixar de ser já que estou protagonizando o papel de mãe durante 24 horas desde setembro de 2002. Contracenando comigo, três lindas menininhas, que me fascinam com suas peculiaridades, e também aumentam minha necessidade de buscar novas informações que venham enriquecer minha atuação. É por esse motivo que não consigo evitar observar qualquer meio de comunicação que focalize o tema criação de filhos.&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O programa de televisão “Super Nanny”(SBT), que foi inspirado no “SOS Babá” do canal Discovery Home and Health me chamou a atenção por ter como alvo ajudar famílias, principalmente pais e mães, na educação de seus filhos. Já comentei bastante a respeito no &lt;a href="http://suenia.blogspot.com/2006/09/pais-apaixonados-filhos-ajustados.html"&gt;último texto postado&lt;/a&gt;, por isso quero apenas dizer que a princípio tive boas impressões dos episódios que assisti. Achei que alguns métodos apresentados pelo programa poderiam ser aplicados como, por exemplo, a imposição do castigo de ir para o quarto e pensar por alguns instantes, ou recompensar os filhos pelo bom comportamento, ou coisas semelhantes a essas que surtiriam numa melhora de atitudes. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Embora já tivesse lido várias obras de autores cristãos objetivando munir pais e mães de instruções bíblicas a fim de auxiliá-los nessa tarefa, nenhum livro me impactou mais do que o intitulado “Pastoreando o Coração da Criança”, do pastor americano Tedd Tripp. Ao contrário da proposta do programa de televisão, o autor traça uma meta muito mais profunda do que a de simplesmente buscar a mudança de comportamento dos filhos. Sua conversa franca com os pais é para que se trate aquilo que está por trás das ações da criança, ou seja, o que vai no coração.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;O livro traz uma perspectiva muita mais coerente com as Escrituras por essa característica, pois nem sempre o bom comportamento é sinônimo de um coração quebrantado, pode ser fruto do medo das conseqüências (“se desobedecer, será castigado”); ou ainda representar interesse pela gratificação. A idéia principal do autor, fundamentada na proposta bíblica, é a de que a criança deve obedecer por ter em seu coração o desejo de agradar a Deus e por estar ciente de que a obediência a seus pais é uma ferramenta para isso.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Um dos pontos que também me trouxe uma nova perspectiva quanto à disciplina é de que ela pode se transformar num momento em que o plano de salvação será exposto para a criança. Destrinchando o conceito: a criança é confrontada com seu erro, é lhe dito que ela erra por ser pecadora e este problema só pode ser resolvido quando ela entrega seu coração a Jesus para que ele o limpe. Um parêntese: Não é assim que somos disciplinados por Deus?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Essas e muitas outras questões concernentes à educação permeiam o conteúdo do livro, que é uma leitura de fácil compreensão e repleta de idéias práticas e objetivas, e o que é melhor, fiel à Palavra. Para mim, instrumento indispensável.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-115897865513891982?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/115897865513891982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=115897865513891982' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/115897865513891982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/115897865513891982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2006/09/pastoreando-o-corao-ou-super-nanny.html' title='“Pastoreando o Coração” ou “Super Nanny”?'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-115817084850074100</id><published>2006-09-13T11:05:00.000-07:00</published><updated>2006-09-22T17:21:58.063-07:00</updated><title type='text'>Pais "apaixonados", Filhos ajustados</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Um dos programas de tv que tem obtido grande atenção do público que busca auxílio em se tratando de educação de filhos é o &lt;em&gt;SOS Babá&lt;/em&gt;. Já havia assistido vários episódios pelo canal fechado &lt;em&gt;Discovery Home and Health&lt;/em&gt; e tenho a impressão de que dada a projeção e audiência o programa ganhou uma versão nacional, que é transmitida pelo SBT aos domingos com o título de &lt;em&gt;Super Nanny&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O enfoque é mostrar problemas relacionados à indisciplina de crianças as quais os pais já perderam completamente o controle. É comum em cada episódio observar crianças de 2 ou 3 anos de idade proferindo palavras indecentes aos pais, agredindo fisicamente seus pais e irmãos, algo que aparentemente pode ser comum em qualquer família mas que ao mesmo tempo não pode e nem deve se tornar uma prática, tal como nos casos em que a babá é chamada para intervir. Vou fugir um pouco do objetivo desse texto, pois na verdade meu intuito era fazer uma crítica ao programa (ficará para uma outra ocasião), mas pretendo aproveitar aquilo que vejo de positivo no &lt;em&gt;Super Nanny&lt;/em&gt; para exemplificar uma das ferramentas que creio seja a mais importante para o bom comportamento dos filhos e que pretendo tratar a seguir tendo como respaldo, claro, a prescrição bíblica. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma das coisas que mais me chama a atenção no programa é a percepção da babá quanto aos pontos fracos da família. Uma das primeiras falhas apontadas diz respeito à falta de autoridade dos pais em relação aos filhos, porém após algum tempo de convivência da babá com os membros da casa percebe-se que o problema muitas vezes vai mais além. Na maior parte dos casos em que os filhos são desobedientes, incontroláveis e agressivos o diagnóstico é tensão no relacionamento entre o marido e a esposa. O que mais me impressiona nessa situação é a percepção das crianças no que se refere aos conflitos vividos por seus pais. Quando os pais vivem em pé de guerra, discutem, enfrentam-se, divergem quanto à disciplina sem escolher o momento adequado para as críticas, fica quase que impossível requerer o bom comportamento dos filhos. Mas esses não são os piores casos. Muitos casais na tentativa de poupar seus filhos optam pelo silêncio, crendo que com isso não deixarão transparecer seus impasses e evitarão que os filhos os absorvam. Ao subestimarem a capacidade de compreensão das crianças acabam por deixá-las inseguras, porque elas não conseguem entender a razão de seus pais já não mais se comunicarem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não há nada que cause mais insegurança nos filhos do que notar que seus pais não se amam, ou não se tratam com amor. E não é preciso discutir na frente deles para que o problema seja desvendado. A falta de harmonia do casal paira no ar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O sentimento que é gerado no coração desses pequenos que enfrentam a desunião de seus pais muitas vezes perpassa pela culpa, ira, insegurança, insatisfação, baixa auto-estima, medo, tristeza. Muitos casais que estão lutando para manter seus filhos sob controle ignoram o fato de serem eles os reais necessitados de tratamento. As Escrituras trazem exemplos clássicos que apontam os desajustes entre pais e filhos como os casos da família de Abraão e também de Jacó. No primeiro deles, na tentativa de dar uma mão aos planos de Deus, Abraão e Sara se precipitam e um filho é gerado no seio da família através de uma das servas do casal. As conseqüências desse ato têm repercussão até nossos dias, já que em Ismael, fruto dessa empreitada, teve início o conflito entre os israelitas e seus atuais inimigos (ver relato em Gn 16; 21). No caso de Jacó, por amar mais sua esposa Raquel do que as outras mulheres com as quais teve filhos, havia distinção entre o filho dela, José, e os demais. José tinha certeza do amor de seus pais e seu comportamento alimentava esse amor ao mesmo tempo em que ampliava a raiva de seus irmãos, pois sentiam-se preteridos. As conseqüências também foram desastrosas, embora Deus em sua infinita misericórdia as tenha tornado em bem no final de tudo. Mas os meios utilizados no processo foram permeados por ódio, mágoa, frustração (Gn 37; 45).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando os filhos enxergam com nitidez que seus pais se amam, eles têm em sua mente um conceito sólido de família, observam o mundo sob essa perspectiva. Até mesmo quando vêem um desenho com duas figuras, uma foto com um homem e uma mulher, um casal de animais, sempre os identificam como “o papai e a mamãe”. Eles entendem que um não fica sem o outro, eles compreendem na prática, no cotidiano que os dois na verdade são um. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É comum entre os casais que estão com dificuldade em manter a disciplina de seus filhos detectar problemas de comportamento na criança sem levar em conta que esta situação pode ter origem no relacionamento conjugal. Preocuparmo-nos em encontrar os defeitos de nossos filhos é muito mais fácil do que realizar um auto-exame e colocar na balança nossas próprias diferenças como casal. Se as arestas não forem aparadas entre marido e esposa é possível que se combata o efeito e não a causa do problema. Que Deus nos dê sabedoria. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-115817084850074100?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/115817084850074100/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=115817084850074100' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/115817084850074100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/115817084850074100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2006/09/pais-apaixonados-filhos-ajustados.html' title='Pais &quot;apaixonados&quot;, Filhos ajustados'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-115298542289706616</id><published>2006-07-15T10:41:00.000-07:00</published><updated>2006-07-23T19:28:04.503-07:00</updated><title type='text'>Geração "mamãe eu quero"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Essa semana representantes da Igreja Presbiteriana do Brasil vindos de todas as partes do país estarão reunidos em concílio para decidir os rumos da denominação para os próximos anos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apesar dessa discussão não ser a proposta do “Coisas de criança” creio que seja válido refletir sobre o que tem levado milhares de evangélicos, até mesmo no contexto das igrejas históricas reformadas (como é o caso), a buscar na religião a satisfação de suas necessidades ou desejos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na verdade o que se tem visto hoje no âmbito denominado evangélico é um crescimento numérico assustador, que inclusive chama a atenção de integrantes de outras religiões, como por exemplo dos católicos, que a cada dia perdem mais fiéis para as igrejas neopentecostais. O problema é que esse &lt;em&gt;boom&lt;/em&gt; evangelicalista, pouco tem repercutido no comportamento da sociedade quando se toma por base a função da igreja, ou seja, de cada cristão genuíno ser sal da terra e luz do mundo como prescreve Jesus aos seus. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A matéria da revista Veja publicada no dia 12 de julho desse ano é o retrato dessa realidade, pois teve como objetivo levar o leitor a compreender porque a pesquisa realizada em 2004 pelo Centro de Estatística Religiosa e Investigações Sociais (Ceris) mostra que de cada 10 ex-católicos sete se tornaram evangélicos. Além disso, a reportagem aponta ainda que de 2000 a 2003 a população de evangélicos brasileiros passou de 15% para 18% segundo dados do censo levantados pela Fundação Getúlio Vargas. Esse panorama, que deveria ser encarado como uma grande vitória, nos remete a uma outra realidade, a de que, como a matéria dá a entender, os templos se transformaram em grandes divãs de terapia em grupo nos quais os fiéis se sentam, divertem-se com os shows musicais, entram em catarze e depois voltam para casa como se tivessem acabado de sair do consultório psiquiátrico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Fico a pensar se essa dinâmica não é fruto de uma geração “mamãe eu quero” a qual evidencia deficiências na educação que vem desde o berço, em que a criança tem todos os seus desejos realizados pelos pais, nunca passa por frustrações e quando chega à idade adulta não está preparada para enfrentar os altos e baixos da vida, necessitando de uma muleta para seguir em frente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É claro que qualquer ser humano sem Jesus está perdido, pois não tem a quem recorrer no momento da aflição, mas talvez essa seja a brecha para que muitos mega templos se encham de adoradores que mais se parecem com crianças mimadas em busca de satisfação pessoal. Isso não significa que o encontro com Jesus não traga satisfação, muito pelo contrário, mas o caminho é inverso ao que se vê hoje em dia. A proposta bíblica é que se busque em primeiro lugar o reino de Deus e as demais coisas serão acrescentadas! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Pensando nas nossas crianças e na responsabilidade que é educar, fico a questionar se nós como pais não temos alimentado, através daquilo que transmitimos aos filhos, essa eterna insatisfação interior que parece inerente ao perfil desses adoradores atuais. No momento em que os privamos de sofrer por um brinquedo que não podem ter, ou porque não nos importamos quando os irmãos brigam pelo fato de não quererem dividir seus pertences estamos impedindo nossos filhos de lidar com os reveses da vida... Muitas vezes nos esquecemos da mensagem que está embutida por trás de nossas concessões e permissividade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não quero aqui levantar a bandeira do não absoluto aos filhos, pois como pais cristãos temos a obrigação de demonstrar amor e enchê-los de carinho e afeto, mas precisamos deixar claro a eles que no mundo passamos por aflições a partir do momento em que nascemos, como afirmou o próprio Jesus, e precisamos nos preparar para enfrentá-las. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Se em nossos lares estivermos preocupados em oferecer aos nossos filhos aquilo que de fato lhes é necessário (e isso inclui também os “nãos”) com certeza as futuras gerações estarão em busca do que realmente pode satisfazer o coração e a alma, terão condições de aquietar o seu coração e experimentar a paz de espírito como bem expressa Davi no Salmo 131:&lt;br /&gt;“SENHOR, não é soberbo o meu coração, nem altivo o meu olhar; não ando à procura de grandes coisas, nem de coisas maravilhosas demais para mim. Pelo contrário, fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo. Espera, ó Israel, no SENHOR, desde agora e para sempre.”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-115298542289706616?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/115298542289706616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=115298542289706616' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/115298542289706616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/115298542289706616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2006/07/gerao-mame-eu-quero.html' title='Geração &quot;mamãe eu quero&quot;'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-115031225112883942</id><published>2006-06-14T12:08:00.000-07:00</published><updated>2006-06-14T12:10:51.473-07:00</updated><title type='text'>Vivendo perigosamente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quem disse que é preciso pular de para-quedas, voar de asa-delta, praticar o raft, ou escalar uma montanha para experimentar aquela sensação alucinante provocada pela adrenalina?&lt;br /&gt;Quem pensa que viver perigosamente se resume a esse espírito de aventura dos atletas de esportes radicais só pode ter essa opinião por um único motivo: ainda não teve filhos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Embora nunca tenha desejado experimentar esse tipo de sensação (não me peça para ir ao elevador do Playcenter) hoje já acho isso banal perto da constante adrenalina que me invade praticamente todos os dias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Minha filha mais velha foi um bebê bem chorão (um encanto de criança, mas com esse pequeno defeito). Queria estar sempre no colo. Ela não gostava do carrinho, nem do berço, e muito menos do cercado. Seu negócio era ficar no colo da mamãe. Como nunca consegui trabalhar ouvindo choro de bebê passei a desenvolver outras habilidades com apenas um braço, afinal o outro abrigava minha companheira para todas as horas, a minha pequena. Mas isso me custou um pouco caro, pois certa vez ela se machucou por estar no meu colo enquanto eu tirava do forno uma forma de pão. O sentimento de culpa me acompanhou por muito tempo, afinal me senti imprudente ao desempenhar aquela tarefa segurando um bebê. Mas, sempre pude contar com a misericórdia de Deus, aliás, é só nisso que reside nosso conforto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Porém esse não foi o único episódio que senti a adrenalina correndo nas veias e em compensação senti também a mão poderosa de Deus literalmente segurando minhas filhas. Minha segunda bebê caiu do carrinho ao meu lado enquanto eu olhava pra outra que estava brincando. O modo como ela caiu poderia ter causado um grande estrago, mas graças a Deus ele a segurou e a protegeu com sua mão abençoadora. Mais uma vez aquele friozinho na barriga me invadiu e tem sido quase que uma constante essa sensação já que há sempre algo novo acontecendo com elas. Ou estão brincando em algum lugar perigoso, ou pegaram um objeto na gaveta, ou estão querendo ficar doentes, estão com febre, tiveram uma reação alérgica, pegaram uma virose e em todas essas situações a adrenalina está presente.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A vida fica mais tensa com a chegada dos filhos, as noites se tornam mais curtas, o sono mais leve. Com poucas horas de vida eles já deixam nosso coração apertado, e mesmo que não estejam em situação de perigo, quando pensamos a respeito deles às vezes sentimos o coração disparar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Tudo isso nos faz pensar que se por um lado precisamos a cada dia aprender a zelar mais e mais pelos nossos filhos não só por sua vida física, mas também por suas emoções, ou sua vida espiritual, por outro lado temos que ampliar nossa fé naquele que nos sustenta e nos protege. Se viver ficou mais perigoso com a chegada dos filhos nada melhor que desenvolver a habilidade de depositar nossa confiança no Senhor de tudo. Saber que Deus está no controle de todas essas situações que trazem preocupação faz toda a diferença para o coração da mãe. Só ele pode nos dar paz para enfrentarmos essa vida doce, mas não menos “perigosa”. Mas quem é que não gosta de adrenalina?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-115031225112883942?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/115031225112883942/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=115031225112883942' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/115031225112883942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/115031225112883942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2006/06/vivendo-perigosamente.html' title='Vivendo perigosamente'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-114892967227122072</id><published>2006-05-29T12:05:00.000-07:00</published><updated>2006-05-29T13:38:40.276-07:00</updated><title type='text'>A primeira viagem</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Durante toda a minha primeira gestação (enquanto ainda me sobrava um pouco de tempo) me transformei numa internauta inveterada. Lia muito sobre tudo o que se relacionava à gravidez, tinha interesse em conhecer passo a passo o desenvolvimento do bebê a cada semana, procurei me inteirar sobre os mais diversos aspectos referentes a essa temática: desde a alimentação adequada a esse período até dicas sobre como amamentar, o que fazer na hora das cólicas, como agir no hospital; e tudo isso me foi de grande valia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao final da gestação me via de certa forma preparada para encarar aquela nova etapa, crente que poderia tirar de letra essa tão grande mudança em minha vida.&lt;br /&gt;Até que ela chegou... e eu, que nunca havia sequer trocado a fralda de nenhum bebê me vi naquele momento mãe e de fato era minha primeira viagem. Após ler livros, pesquisar, me inteirar sobre esse novo acontecimento não fazia a menor idéia de que internamente teria a seguinte reação: sou mãe, e agora? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo em que procurava manter a serenidade, me via perdida em meio a tantas informações e a opiniões tão antagônicas sobre o assunto, que em muitos momentos fui levada às lágrimas e a um sentimento quase que incontrolável de insegurança. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando se é mãe pela primeira vez a pior coisa que se deseja é que os outros te achem incapaz de exercer essa tarefa. A sensação que tive quando as pessoas a minha volta, ainda que na melhor das intenções, tentavam me dar dicas ou me ensinar algo sobre como lidar com o bebê (todo mundo nessas horas sempre tem um palpite a dar) é de que ninguém depositava fé na minha habilidade para ser mãe. Embora essa seja uma reação normal às mães de primeira viagem, não tenho orgulho desse sentimento, pois na minha arrogância não queria admitir que aquilo era uma grande realidade. Só iria aprender a lidar com aquela novidade com o passar do tempo, ao vivenciar experiências. Mas Deus me ensinou que precisava exercitar mais uma lição: a humildade, devia reconhecer minhas limitações, afinal ser mãe, sem dúvida, era novidade para mim.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Apesar de não querer admitir (o orgulho faz isso com a gente), aprendi muito com a experiência de outras mães e também fui buscando diante de Deus a segurança necessária para enfrentar esse desafio que estava à minha frente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Só em Deus pude encontrar refúgio para cuidar do meu bebê, mesmo porque conceitos errados a respeito da maternidade difundidos pelas próprias mães muitas vezes são confundidos com amor, carinho, cuidado. Desde a escolha do local onde o bebê vai dormir até quando a “vara” será usada pela primeira vez, tudo deve estar respaldado nos ensinamentos bíblicos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;- Apenas um exemplo para ilustrar essa idéia: os bebês choram muito nos primeiros meses de vida. Ou estão com cólica, com fome, com frio, assustados com o mundo grande ao seu redor. Enquanto nossa tendência é entrar em desespero, chorar junto com a criança, agir com nervosismo, a Bíblia insta-nos a ser mansos, serenos, a lançarmos sobre Deus nossas ansiedades e nada melhor do que aplicar essas verdades numa situação como essa. Ao invés de perdermos tempo ficando inquietos e apreensivos diante do bebê deveríamos em primeiro lugar orar a Deus pedindo tranqüilidade, respirar fundo, manter a calma para poder transmiti-la, com certeza os resultados seriam muito mais eficientes e chegariam mais cedo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Compartilhar a experiência de ser mãe pode ser reconfortante e enriquecedor, mas nunca se deve deixar de lado a necessidade de permear essa experiência com os conceitos bíblicos da maternidade principalmente para quem está em sua primeira viagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-114892967227122072?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/114892967227122072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=114892967227122072' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/114892967227122072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/114892967227122072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2006/05/primeira-viagem.html' title='A primeira viagem'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-114840958955426110</id><published>2006-05-23T11:38:00.000-07:00</published><updated>2006-05-29T13:05:56.520-07:00</updated><title type='text'>O milagre de 9 meses</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Viver intensamente os 9 meses de gravidez é algo muito gratificante. Apesar das preocupações normais de uma mulher que até então não sentia na pele a responsabilidade por um ser completamente dependente, a gestação é algo surpreendente, um grande milagre que não pode ser ignorado. Hoje com o recurso da ultrassonografia acompanhar esse processo tornou-se uma tarefa fascinante. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A primeira vez que vi meu bebê, ainda no meu ventre com apenas 12 semanas de vida e já com todos os membros de seu corpo presentes, tendo pouco mais de 6 centímetros de comprimento, e já movimentando-se rapidamente, fiquei completamente maravilhada, me vi portadora de uma dádiva que mais uma vez revelava o poder criativo de Deus. Em curtos 9 meses, (para a grávida nem tão curtos assim) o bebê passa de uma célula microscópica a um ser humano cheio de potencialidades como num passe de mágica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Numa das minhas aulas de pós-graduação assistimos a um filme que tinha como tema o desenvolvimento do bebê durante a gestação e foi impressionante perceber a rapidez com que um novo ser é entretecido no útero materno, como diz Davi no Salmo 139.&lt;br /&gt;Gerar um filho dentro de si é uma maneira (no caso da mulher) de refletir a imagem de Deus como Criador, aquele que dá vida.  Não é à toa que o momento do parto é chamado de “dar à luz”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Hoje olho para as minhas filhas e procuro me lembrar dessa verdade e vejo o quanto preciso reconhecer a necessidade do auxílio divino para criá-las, educá-las... e nada melhor que o próprio Criador para ensinar como se deve lidar com o produto de seu trabalho. Se é ele quem nos forma como um artífice só ele tem condições de nos ajudar a cuidar de algo tão precioso confiado às nossas mãos. Será que temos a dimensão dessa responsabilidade?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Talvez se todas as mulheres, tanto as mães em potencial como também aquelas que já carregam essa marca, pudessem dar o devido valor a esse período tão ímpar de suas vidas, que é a gestação, nos sentiríamos muito mais seguras em educar nossos filhos afinal creio que o sentimento de segurança seja o maior anseio de quem conhece as atribuições de ser mãe.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-114840958955426110?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/114840958955426110/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=114840958955426110' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/114840958955426110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/114840958955426110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2006/05/o-milagre-de-9-meses.html' title='O milagre de 9 meses'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-114839598123773545</id><published>2006-05-23T07:51:00.000-07:00</published><updated>2006-05-23T07:53:02.043-07:00</updated><title type='text'>Lição de altruísmo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Muitos me perguntam como consigo criar três filhas pequenas com pouquíssima diferença de idade e que vivem numa busca incessante pelo desvendar, pelo conhecer, pelo descobrir.&lt;br /&gt;Dentro do ambiente em que vivem cada porta é uma aventura, cada canto da casa um esconderijo, cada espaço um mundo a ser explorado.Em cada uma dessas situações me vejo constantemente apreensiva, temerosa de que algo lhes aconteça, de que se machuquem... uma espécie de tensão associada ao entusiasmo de vê-las crescer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A vida com elas é sempre muito corrida, já que as três ainda dependem de mim para praticamente tudo e dificilmente minha casa está em ordem, a louça está lavada, ou a cama arrumada. É algo que preciso trabalhar em mim o tempo todo. Mas acho que não existe maneira mais prática de se aprender o altruísmo qdo se é mãe. Aprendemos o abnegar, o abrir mão, e em muitas ocasiões esse aprendizado é doloroso. Às vezes tenho a sensação de que só vivo pra satisfazer a necessidade de outros, e preciso aprender, em diversos momentos, a abrir mão das minhas, mas creio que não haja tarefa mais sublime e eu diria mais importante do que essa: ser mãe.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; Vejo que muitas pessoas (e até mesmo eu) possuem o pensamento de que essa tarefa tem menos valor do que obter uma carreira e utilizar a inteligência a serviço de uma empresa, mas vejo que é preciso muito mais que inteligência para formar um cidadão, um ser humano ético, honesto, e no nosso caso exemplo de cristão. Uso aqui o mesmo termo utilizado por Paulo no livro de Romanos (12.2) quando diz que não devemos nos conformar com este século, ou seja, não devemos usar a fôrma do mundo para nos moldar. Quem são aos fôrmas dos nossos filhos? Se nosso molde não for o grande Autor da vida: Jesus, como poderemos formá-los?Não devemos nunca menosprezar esse papel, pois não existe salário que pague o vivenciar o desenvolvimento de uma criança ainda que muitas vezes nossas forças pareçam se esgotar. Se pensarmos em nossos filhos como heranças, o que pode ter maior valor do que eles?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;"Herança do Senhor são os filhos, o fruto do ventre o seu galardão" Sl 127.3&lt;br /&gt;Que Deus nos enriqueça em sabedoria para ganharmos o coração de nossos filhos e aprendermos, ainda que a duras penas, o que é de fato o amor de Deus e assim amarmos nossa família sem egoísmo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-114839598123773545?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/114839598123773545/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=114839598123773545' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/114839598123773545'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/114839598123773545'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2006/05/lio-de-altrusmo_114839598123773545.html' title='Lição de altruísmo'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-28553239.post-114838769744255985</id><published>2006-05-23T05:32:00.000-07:00</published><updated>2006-05-29T15:45:08.943-07:00</updated><title type='text'>Sejam bem vindos!</title><content type='html'>&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 54pt" align="justify"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = st1 /&gt;&lt;st1:verbetes&gt;Este&lt;/st1:verbetes&gt; blog é &lt;st1:verbetes&gt;apenas&lt;/st1:verbetes&gt; uma &lt;?xml:namespace prefix = st2 /&gt;&lt;st2:dm&gt;tentativa&lt;/st2:dm&gt; despretenciosa de &lt;st2:hm&gt;compartilhar&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;seus&lt;/st1:verbetes&gt; visitantes a &lt;st1:verbetes&gt;maravilhosa&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;experiência&lt;/st1:verbetes&gt; da &lt;st1:verbetes&gt;maternidade&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 54pt" align="justify"&gt;Sou &lt;st1:verbetes&gt;mãe&lt;/st1:verbetes&gt; de 3 filhas lindas &lt;st1:verbetes&gt;entre&lt;/st1:verbetes&gt; 6 meses e 4 &lt;st1:verbetes&gt;anos&lt;/st1:verbetes&gt; e posso &lt;st2:hm&gt;dizer&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;minha&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;vida&lt;/st1:verbetes&gt; mudou &lt;?xml:namespace prefix = st3 /&gt;&lt;st3:sinonimos&gt;para&lt;/st3:sinonimos&gt; &lt;st1:verbetes&gt;sempre&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;depois&lt;/st1:verbetes&gt; que fui presenteada &lt;st1:verbetes&gt;com&lt;/st1:verbetes&gt; a &lt;st1:verbetes&gt;chegada&lt;/st1:verbetes&gt; delas. &lt;st1:verbetes&gt;Meu&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;marido&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;também&lt;/st1:verbetes&gt; pode &lt;st2:hm&gt;dizer&lt;/st2:hm&gt; o &lt;st1:verbetes&gt;mesmo&lt;/st1:verbetes&gt;, &lt;st1:verbetes&gt;afinal&lt;/st1:verbetes&gt; somos uma &lt;st2:dm&gt;equipe&lt;/st2:dm&gt; nessa &lt;st1:verbetes&gt;tão&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;fantástica&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st1:verbetes&gt;tarefa&lt;/st1:verbetes&gt;: &lt;st2:hdm&gt;ter&lt;/st2:hdm&gt; &lt;st1:verbetes&gt;filhos&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 0pt; TEXT-INDENT: 54pt" align="justify"&gt;Espero &lt;st1:verbetes&gt;que&lt;/st1:verbetes&gt; gostem desse &lt;st1:verbetes&gt;canal&lt;/st1:verbetes&gt; de &lt;st1:verbetes&gt;comunicação&lt;/st1:verbetes&gt; e se desejarem usem-no &lt;st2:dm&gt;para&lt;/st2:dm&gt; &lt;st2:hm&gt;fazer&lt;/st2:hm&gt; &lt;st1:verbetes&gt;comentários&lt;/st1:verbetes&gt; e &lt;st1:verbetes&gt;assim&lt;/st1:verbetes&gt; &lt;st2:hdm&gt;enriquecer&lt;/st2:hdm&gt; nossas &lt;st1:verbetes&gt;histórias&lt;/st1:verbetes&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/28553239-114838769744255985?l=suenia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://suenia.blogspot.com/feeds/114838769744255985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=28553239&amp;postID=114838769744255985' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/114838769744255985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/28553239/posts/default/114838769744255985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://suenia.blogspot.com/2006/05/sejam-bem-vindos.html' title='Sejam bem vindos!'/><author><name>Suenia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01222944131516043820</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_O7usSPYFoxg/TDOmdLOaT9I/AAAAAAAAACQ/UGPNlpGuKXI/S220/Su+2009.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
